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CUIABÁ

CAOS NA SAÚDE CUIABANA

Deputado propõe estender a intervenção na Saúde até o final do mandato de Emanuel

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MATO GROSSO

Paulo Araújo, deputado estadual pelo PP e vice-presidente da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, defendeu em uma entrevista ao RepórterMT a extensão da intervenção do Estado na Saúde Pública de Cuiabá até o final do mandato do prefeito Emanuel Pinheiro, do MDB.

Além de ocupar a posição de vice-presidente da Comissão de Saúde, Paulo Araújo também é o presidente da Comissão Temporária de Saúde, responsável por fiscalizar as ações da equipe de intervenção. Recentemente, ele retirou o partido PP da base aliada do prefeito na Câmara de Vereadores ao assumir a liderança da legenda.

Durante a entrevista, o deputado enfatizou que, caso o prazo estabelecido pela Justiça para a intervenção, que vai até 31 de dezembro deste ano, não seja estendido até o final do mandato de Emanuel, seria necessário elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Segundo ele, esse documento teria o propósito de instruir o prefeito sobre como agir para evitar condutas impróprias por parte dos servidores.

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O deputado destacou a importância de evitar erros e de impedir que pessoas sejam prejudicadas ou até mesmo percam a vida devido a problemas na gestão da Saúde Pública. Ele ressaltou que o TAC deveria conter diretrizes para assegurar que desvios de conduta por parte dos funcionários não sejam tolerados.

“Não se pode mais cometer erros, não se pode mais permitir que vidas sejam perdidas, não se pode mais permitir que seus funcionários cometam atos ilícitos”, afirmou o deputado, expressando sua opinião sobre algumas das determinações que ele acredita que deveriam constar no TAC.

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MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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