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Detran instrui policiais militares sobre o uso do etilômetro

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), por meio da Gerência de Fiscalização de Trânsito, ministrou, nesta sexta-feira (25.03), uma capacitação para 21 policiais militares do 3º Batalhão da Polícia Militar e servidores do Detran sobre como operacionalizar o aparelho etilômetro, instrumento utilizado com frequência nas blitzes de fiscalização de trânsito.

A instrução foi dividida em teoria e prática. Os servidores da Gerência de Fiscalização ensinaram aos policiais como utilizar o aparelho, como aplicar o teste, realizar a recusa, impressão e reimpressão, carregamento, cuidados no manuseio do aparelho, os efeitos do álcool no organismo e sua influência no resultado do teste, dentre outras informações.

A comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Hadassah Susannah Beserra Souza, ressaltou a necessidade de promover a capacitação continuada dos policiais do batalhão e, com isso, garantir uma melhor prestação de serviço à população. “Propiciar atividades e instruções variadas aos nossos policiais militares é uma maneira de valorizar o seu trabalho e promover o desenvolvimento pessoal e profissional desses policiais”, falou.

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Para a gerente de Fiscalização de Trânsito do Detran-MT, Kelli Lopes Felix, é importante contribuir com as instituições, compartilhando conhecimentos e sanando dúvidas. “O aparelho de etilômetro é a principal ferramenta no exercício diário da fiscalização de trânsito para detecção de condutores sob efeito de álcool. Com as instruções repassadas, os policiais poderão utilizar o aparelho da forma correta e técnica, conforme as exigências disposta na legislação”.

Etilômetros

Através de um termo de cessão de uso, o Detran-MT já entregou 122 aparelhos etilômetros às forças de segurança pública como instrumento para as operações de fiscalização de trânsito. Somente em 2021, foram entregues 50 aparelhos que foram distribuídos de forma estratégica entre a Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Guarda Municipal de Várzea Grande e Guarda Municipal de Sorriso.

Este ano já foram realizadas em Cuiabá e alguns municípios do interior do Estado 26 edições da Operação Lei Seca. “O Estado tinha um índice de alcoolemia no trânsito muito alto. Hoje, em parceria com as forças de segurança pública, as operações Lei Seca estão sendo intensificadas, coibindo motoristas que ainda insistem em dirigir sob efeito de álcool, colocando a própria vida e a de terceiros em risco”, observou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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