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Dinheiro explica por que o Cuiabá não pode dar mole na reta final
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Apesar de garantido na Série A do ano que vem, o Cuiabá não pode baixar a guarda nas próximas rodadas do Brasileirão. E o motivo é simples: grana.
Ocorre que, quanto melhor a colocação no final do campeonato, mais dinheiro entra em caixa. E subir ou descer uma posição pode representar uma diferença milionária no balanço financeiro.
Atualmente, o Cuiabá está na 9ª com 47 pontos, tendo à frente o Fluminense com 50 e o Athlético-PR com 51, na 8ª a 7ª posições, respectivamente. Mas é seguido de perto por São Paulo com 46 pontos na 10ª colocação e Fortaleza e Corinthians, ambos com 44, na 11ª e 12ª, respectivamente.
Para se ter uma ideia, o 7º colocado no Brasileirão de 2022 recebeu R$ 31,5 milhões, enquanto o 12º ficou com R$ 18 milhões.
Já o 9º, posição hoje ocupada pelo Dourado, abocanhou R$ 27 milhões.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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