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Diretor de rádio de 50 anos morre em colisão na BR-163

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O diretor da rádio Agro FM, de Lucas do Rio Verde, Marcos Antônio Ribeiro, de 50 anos, faleceu em uma colisão frontal envolvendo um Ônix e um caminhão na madrugada desta quinta-feira (5), na BR-163, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá.

O acidente ocorreu no km 703, durante uma chuva. O condutor do caminhão relatou aos agentes que trafegava sentido a Lucas do Rio Verde quando o motorista do Ônix invadiu a pista contrária e colidiu de frente com o veículo de carga.

Com o forte impacto, Marcos não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada pela equipe de resgate da Rota do Oeste no local do acidente. O caminhoneiro não sofreu ferimentos e assinou o termo de recusa de atendimento médico.

A Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar a análise da ocorrência e liberar o corpo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) dará continuidade à investigação do caso.

Em nota, a Rádio AgroFM lamentou a morte do diretor: “É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento do nosso Diretor, Marcos Ribeiro. Sua liderança, dedicação e amizade marcaram profundamente nossa história. Nos solidarizamos com sua família e amigos, desejando força neste momento difícil. Sua memória permanecerá viva em nossos corações e em tudo o que construímos juntos.”

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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