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“É muito importante que não percam o prazo para inscrição no Bolsa Atleta”, destaca secretário adjunto

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O 35º episódio do podcast Conecta Jovem, que foi ao ar nesta terça-feira (25.07), traz um bate-papo sobre o Bolsa Atleta, benefício que integra o programa Olimpus da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Participam do episódio o secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, David Moura, e a atleta paraolímpica de goalball, Ana Carolina Duarte.

O adjunto da Secel reforçou sobre o prazo das inscrições no edital Bolsa Atleta. “As inscrições serão encerradas nesta sexta-feira, dia 28, e é muito importante que a galera não perca esse prazo”.

De acordo com David Moura, atualmente mais de 350 atletas são beneficiados com o auxílio financeiro mensal do programa Olimpus, e neste novo edital Bolsa Atleta, há a possibilidade de atendimento a 615 esportistas em todo o Estado.

“Como fui atleta, sei da importância desse apoio. E é um auxílio pago em dia, e ter a certeza de que realmente vai receber dá uma segurança para o atleta. Para nós, é muito bom saber que os atletas de Mato Grosso têm agora condições de investir na carreira e performar, trazer resultados”, celebrou David.

Integrante da seleção brasileira de Goalball, Ana Carolina Duarte, também chamada de Carol, confirmou a importância do Bolsa Atleta para sua manutenção e evolução no esporte.

“Eu tenho muito orgulho de vestir a camisa do projeto Olimpus, pois ele realmente é palpável, traz essa segurança da gente ter condições de estar numa academia boa, de ter um preparador físico, uma boa suplementação”.

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A atleta que ficou cega aos 12 anos e viu o esporte dar outro sentido à sua vida, complementou que esse incentivo do Estado a ajuda a ter independência física e financeira.

“Até por eu ser deficiente, preciso sempre de um preparador me acompanhando, a bolsa traz essa independência pra gente e segurança em outras áreas também. Acho que não só pra mim, mas para todos os atletas beneficiados, a Bolsa Atleta tem ajudado e muito em nossa performance”, disse.

Carol também fez questão de destacar que nunca viu outro Estado investir tanto no esporte. “E o diferencial é que o investimento do Governo de Mato Grosso não é só no esporte olímpico, é também no esporte paralímpico. Aqui a gente vê uma política pública que trata os atletas com e sem deficiência de forma igualitária, e isso me dá um grande orgulho”.

David Moura também falou sobre a satisfação de fazer parte desse momento que Mato Grosso está vivendo. “A gente vê o Estado todo crescendo e o esporte crescendo junto”, comentou. “E tem o lado psicológico também, não é só financeiro. O atleta percebe que o Estado sabe que ele existe, que apoia sua carreira e acredita nele. E isso também traz um lado positivo na mentalidade do atleta, um sentimento de pertencimento. Esse orgulho que o atleta de Mato Grosso tem pelo seu Estado ajuda muito”, complementou.

Confira o episódio desta semana do Conecta Jovem no Spotify e Youtube.

Bolsa Atleta 2023

Neste ano, o investimento pode chegar a R$ 6,6 milhões para a concessão de 615 bolsas de auxílio mensal a atletas, paratletas e atletas-guias de todo o Estado. A Bolsa Atleta é oferecida durante 12 meses.

Há 420 vagas para as três categorias que incentivam o desenvolvimento esportivo de base: Atleta Infantil, Atleta Base e Atleta Estudantil, cujos valores mensais são de R$ 200, R$ 400 e R$ 800, respectivamente.

Mais 195 esportistas de alto rendimento poderão ser beneficiados nas categorias Atleta Nacional e Atleta Internacional, que contam com bolsas de R$ 1,2 mil e R$ 2 mil.

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Compreendendo, preferencialmente, os esportes olímpicos e paralímpicos, o programa prevê ainda que 20% das bolsas concedidas sejam reservadas a atletas com deficiência.

As inscrições devem ser feitas até sexta-feira (28.07), exclusivamente pela internet, por meio de formulário online disponível no site www.secel.mt.gov.br/editais-esporte-e-lazer.

Fonte: Governo MT – MT

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Qualidade de vida ganha protagonismo e muda o perfil dos empreendimentos imobiliários

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Cinco anos depois da pandemia de Covid-19, as mudanças provocadas pelo período de isolamento social continuam influenciando a forma como as pessoas escolhem onde viver. Se antes a proximidade do trabalho e dos centros urbanos era um dos principais fatores na decisão de compra de um imóvel, hoje qualidade de vida, contato com a natureza, espaços amplos e bem-estar passaram a ocupar posição de destaque.

Essa mudança de comportamento tem sido percebida também pelo mercado imobiliário de Mato Grosso. Empreendimentos voltados ao conceito Home & Wellness, que privilegiam áreas verdes, lazer ao ar livre e ambientes que favorecem uma rotina mais equilibrada, vem despertando o interesse de famílias que buscam mais do que uma residência: procuram um novo estilo de vida.

Para o empresário do Grupo Tio Ico e sócio-investidor da Mangaba Urbanismo, Ricardo Gomes, esse movimento deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada.

“A pandemia fez as pessoas refletirem sobre o tempo que passam em casa e sobre a importância de viver em um ambiente que proporcione qualidade de vida. Hoje percebemos que o cliente valoriza muito mais espaços amplos, contato com a natureza, áreas para convivência e uma rotina menos acelerada. Não se trata apenas de comprar um terreno, mas de investir em um lugar onde seja possível viver melhor.”

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Segundo ele, essa transformação também mudou a forma de planejar os empreendimentos.

“O mercado passou a olhar para projetos que priorizam experiências. Áreas verdes, lagos, espaços de lazer, infraestrutura para atividades ao ar livre e maior privacidade deixaram de ser diferenciais para se tornarem atributos cada vez mais desejados por quem busca um novo endereço”.

Ricardo, que também atua no agronegócio como sócio do Grupo Tio Ico, ressalta que a mudança no comportamento dos consumidores reflete uma transformação que vai além do mercado imobiliário.

“Hoje percebemos que as pessoas estão investindo mais em qualidade de vida. O imóvel deixou de ser apenas um patrimônio e passou a representar bem-estar, segurança e um ambiente propício para a convivência da família. Essa é uma tendência que veio para ficar e que influencia diretamente os novos empreendimentos.”

Um exemplo desse novo conceito é o Cenário dos Lagos Home & Wellness, desenvolvido pela Mangaba Urbanismo em Cuiabá. O empreendimento, que contará com o maior lago privado em condomínio fechado, foi concebido para integrar natureza, bem-estar e qualidade de vida em um único espaço, refletindo uma demanda crescente por moradias que favoreçam o equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

Muito além da arquitetura

A valorização de imóveis com maior integração à natureza também encontra respaldo na psicologia. Para a psicóloga Rayssa Martins, a pandemia alterou profundamente a relação das pessoas com a própria casa, que passou a exercer um papel muito mais amplo na rotina.

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“No cenário pós-pandemia, muitas pessoas passaram a perceber que a casa, o lar, deixou de ser apenas um ambiente de descanso, tornando-se também um espaço de trabalho e de convivência com a família e os amigos. Do ponto de vista da psicologia, o ambiente em que o indivíduo vive influencia diretamente o bem-estar emocional e, consequentemente, o bem-estar físico e até o comportamento das pessoas.”

Segundo ela, ambientes que favorecem o contato com a natureza e proporcionam espaços de convivência contribuem para uma rotina mais saudável.

“Locais que oferecem contato com a natureza, áreas de lazer, espaços de convivência e oportunidades para atividades ao ar livre podem favorecer a redução do estresse e da ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. Embora a saúde mental seja resultado de diversos fatores, e não apenas do ambiente, ele pode atuar como um importante elemento de promoção da saúde mental e da qualidade de vida.”

Para a especialista, esse novo olhar ajuda a explicar por que tantas famílias passaram a priorizar empreendimentos que oferecem uma experiência de moradia mais conectada ao bem-estar, tendência que segue influenciando o mercado imobiliário mesmo anos após o período mais crítico da pandemia

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