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Em duas semanas, MT registra 28 óbitos por covid e 9.331 novos casos

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Segundo os dados do Painel Covid-19 atualizados hoje (17-02), 69 pessoas estão internadas atualmente, sendo 20 em UTIs e 28 em enfermaria. A taxa de ocupação de UTIs adulto é de 100%.Há no momento 4.652 casos em monitoramento.

A taxa de incidência é de subiu de 342,84 para 397,10 casos para cada 100 mil habitantes e a mortalidade aumentou de 0,79 para 0,98 por 100 mil habitantes.

O aumento acelerado de casos levou as secretarias municipais de Saúde e Estado a reforçarem a recomendação de uso de máscara em locais fechados, sobretudos nos estabelecimentos de saúde. A vacinação é fundamental para proteger a vida dos cidadãos e evitar a explosão de casos, que pode comprometer o atendimento nas unidades de saúde já com grande demanda por conta do avanço da dengue no Estado de Mato Grosso.

Nova subvariante

No inicio do ano o Laboratório Central da Secretaria de Estado de Saúde sequenciou e identificou uma nova subvariante da Covid-19 em Mato Grosso, a JN 2.5, que é uma variação da Ômicron. Esse é o primeiro registro da subvariante no Brasil.

Classificação de risco

DEZ municípios estão com classificação de risco MUITO ALTO. São eles:

União do Sul,
Juara,
Alto Boa Vista,
Porto dos Gaúchos,
Novo Santo Antônio,
Novo Horizonte do Norte,
Feliz Natal,
Tabaporã,
Cláudia,
Barra do Bugres.

O Painel mostra ainda 50 municípios com classificação de RISCO ALTO. Entre eles,Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e Cáceres.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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