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Em uma semana, operações das forças de segurança dão prejuízo de R$ 9 milhões ao crime organizado

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Em uma semana, as ações das forças de segurança do Governo de Mato Grosso geraram prejuízo financeiro estimado em R$ 9 milhões às organizações criminosas. Desse total, R$ 7 milhões foram em apreensões de drogas e R$ 2 milhões de uma carga de celulares.

Além desse prejuízo monetário com a retirada de circulação de 550 quilos de entorpecentes em duas grandes cargas, de 300 quilos de maconha e  150 de cocaína, ocorreram dezenas de apreensões menores na represssão ao tráfico doméstico . O prejuizo também inclui veículos, armas e munições cujos valores não foram calculados.

Entre os dias 10 e 17 deste mês, as operações deflagradas pela Polícia Judiciária Civil, com base em investigações e monitoramento de atividades criminosas, resultaram em 50 prisões. Em uma dessas operações, realizada na região de fronteira com a Bolívia, além de droga, foram apreendidos dois fuzis (calibres .50 e 556) capazes de derrubar aeronaves.

“Esses dados e informações comprovam que tivemos mais uma semana altamente produtiva para a Segurança Pública e de grandes prejuízos para a criminalidades, em especial ao crime organizado, sendo que estamos estimando valores somente relacionados ao tráfico”, afirmou o secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri.

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“São números que mostram o empenho, capacidade e determinação das nossas forças de segurança em fazer frente à violência, no trabalho ostensivo de prevenção e repressão, e com ações que demandam investigações aprofundadas e especializas”, reforça Roveri.

O secretário destaca que, em todas as regiões do Estado, nos 142 municípios, a atividade fim da polícia, que é estar nas ruas, foi impulsionada com o aparelhamento das polícias e a chegada de mais policiais. Ele observa que o Estado investiu em armamentos modernos, renovou e reforçou a frota com veículos pensados de acordo com as necessidades e características regionais, e em tecnológica.

Exemplo dessa modernização é a substituição dos antigos rádios analógico por aparelhos digitais em todas as viaturas e centros de operações, e a aposentadoria do antigo revólver 38 com a chegada da pistola Glock para cada policial. Até o momento, mais de 12,1 mil armas foram distribuídas. Armamento de grosso calibre, fuzis, espingardas, por exemplo), também foi adquirido para fazer frente aos criminosos.

Já o programa Vigia Mais MT, criado pelo Governo do Estado, está levando aos municípios, em regime de cessão e sem custo na compra, o que há de mais moderno em câmeras de videomonitoramento, gerando mais segurança para a população.

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“Estamos com reforço às ações de segurança e atuamos de forma integrada em todo Estado, inclusive com instituições como Exército e as policiais Federal e Rodoviária, ressaltando que em Mato Grosso há tolerância zero para a criminalidade”, completa ele.

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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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