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Empresária é presa por forjar sequestro para dar “golpe do seguro”

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Acusada de forjar o próprio sequestro para aplicar o “golpe do seguro”, a empresária Ruana Sabrina Fortunato de Freitas, 28 anos, saiu presa da sede da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) na tarde desta quinta-feira (2). Ela deverá responder por falsa comunicação de crime, organização criminosa e estelionato.

Ruana ganhou a mídia na manhã desta quinta, quando foi divulgado que ela estava sendo procurada como vítima de um suposto roubo seguido de sequestro que teria ocorrido no bairro Nova Várzea Grande. Segundo seu marido, que registrou boletim de ocorrência, os supostos criminosos chegaram a entrar em contato dizendo que queriam apenas a caminhonete e que abandonariam a empresária em algum ponto da cidade. 

No fim da manhã, ela foi encontrada dirigindo a caminhonete na Estrada do Moinho, em Cuiabá. Inicialmente,  gravou um vídeo e postou nas redes sociais tranquilizando amigos e familiares, dizendo que estava bem e que nada de ruim havia acontecido com ela.

Posteriormente Ruana se deslocou para a sede da GCCO, onde foi ouvida pelo delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira. Desde então, ela era suspeita de forjar o sequestro para aplicar o “golpe” na seguradora da caminhonete.

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Após ela prestar depoimento, foi expedida sua prisão. A empresária, então, seguiu na viatura da GCCO para a Polinter, onde deverá aguardar audiência de custódia.

Conforme informações preliminares, o marido não sabia da tentativa de golpe.

FONTE/REPOST: REDAÇÃO FOLHA MAX

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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