MATO GROSSO
Equipe sinopense de vôlei representa o Mato Grosso em torneio em Aracaju
MATO GROSSO
A equipe sinopense de vôlei, está em Aracaju (SE), representando o Mato Grosso na disputa da competição nacional, na categoria brasileiro estudantil, dos jogos escolares da juventude. O time juvenil feminino, jogou ontem contra a equipe do Tocantins e venceu por 2 a 0. Em duelo disputa, há pouco, a equipe derrotou o time de Mato Grosso do Sul por 2 sets a 1. Amanhã, será a vez de enfrentar a equipe do Rio Grande do Norte, às 10h30.
As finais do campeonato brasileiro começaram no dia 2 e seguem até dia 17, a equipe de Sinop garantiu a vaga na disputa nacional após bater a equipe do Cuiabá por 3 sets a 1 na final mato-grossense da competição. “Em 2018 também ganhamos o estadual, que nos levou ao brasileiro em Natal (RN). Estamos ansiosas e esperamos ter ótimos resultados aqui”, disse a ponteira Maria Eduardo Furlanetto, ao Só Notícias.
No torneio a nível estadual, o time comando por Claodete Hasselstrom, garantiu o primeiro lugar, disputou cinco partidas e venceu todas. Foram vitórias sobre Cuiabá (2×0 e 3×1), Araputanga (3×0), Primavera do Leste (3×1) e Colíder (2×1).
Redação Só Notícias (foto: arquivo pessoal)
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0