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Equipes de saúde do Estado dão suporte à CBF para jogo entre Brasil e Venezuela

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As equipes técnicas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) dão suporte às equipes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) no protocolo médico para o jogo entre Brasil e Venezuela, que será realizado nesta quinta-feira (12.10), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

O Hospital Estadual Santa Casa, localizado na capital, e o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, atuarão como retaguardas para atendimento de saúde das pessoas que irão assistir ao jogo no estádio.

“Não medimos esforços para auxiliar a CBF na execução de um protocolo médico pensado para essa partida histórica. Já alinhamos os fluxos de atendimento e a nossa equipe está à disposição para ajudar no que mais for necessário”, disse o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Além disso, parte da equipe que atua nas unidades de retaguarda estará trabalhando na Arena Pantanal durante a partida, de forma a auxiliar as equipes da CBF e da Conmebol.

“Estamos há alguns dias desenhando, em parceria com todas as equipes envolvidas nesta grande operação, um fluxo de atendimento às emergências de saúde que poderão surgir. O objetivo é ofertar a assistência necessária para um evento desta proporção”, avaliou a diretora do Hospital Estadual Santa Casa, Patrícia Neves.

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A secretária adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Dobes, enfatizou que o Estado também forneceu equipamentos e ambulâncias para os atendimentos que serão feitos no local da partida.

“Além de disponibilizarmos parte da nossa equipe técnica, também fornecemos ambulâncias e equipamentos que são essenciais para os atendimentos de urgência e emergência”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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