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Espaço de autorregulação é disponibilizado aos autistas selecionados para assistir jogos na Arena Pantanal

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O Governo de Mato Grosso proporcionou uma nova experiência para os autistas que assistiram ao jogo do Cuiabá contra o Coritiba, no último sábado (27), pelo Campeonato Brasileiro de 2023, na Arena Pantanal. Além de acesso ao camarote, os beneficiados tiveram um espaço de autorregulação emocional com mesa e cadeira infantil, tapete de EVA, desenhos, lápis de cor, massa de modelar e blocos de montar. Esse é o quarto grupo sorteado para ir ao estádio, em uma iniciativa do Programa SER Família Inclusivo, idealizado pela primeira-dama de MT. 

“Cada jogo é uma alegria saber que as crianças e adolescentes com autismo estão tendo essa experiência fantástica, o espaço preparado para eles ficou muito bacana. Assim que eu puder quero assistir um jogo com eles. Parabéns a todas as pessoas envolvidas nesse projeto fabuloso e inclusivo”, agradeceu a primeira-dama de MT.

“É muito gratificante poder dar às pessoas autistas este espaço de autorregulação emocional, dentro da Arena Pantanal, para assistir aos jogos do Cuiabá. Para nós é uma experiência única, uma forma de divulgar a Carteira do Autista, a importância de se ter a carteira, para que os autistas possam acessar inúmeros serviços. Essa sinergia do Cuiabá oferecendo esse espaço e a gente podendo levar esse trabalho para os autistas é muito importante. Essa iniciativa da nossa primeira-dama Virginia Mendes, junto com a senadora Margareth Buzetti, traz um olhar sensível para a inclusão dos autistas”, afirmou a secretária Grasi. 

Flávia Figueiredo de Magalhães, mãe do pequeno Fernando de quatro anos, afirmou que a ação do Governo de MT é um momento único para o filho, já que é a primeira vez que consegue levá-lo ao estádio. Ela ainda ressaltou a sensibilidade de ter o espaço recreativo no camarote para os autistas. 

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“Ter esse espaço aqui para eles com os desenhos é muito importante, porque auxilia na regulação. Se em algum momento eles entrarem em um pico de desregulagem, a massinha, os blocos, a pintura ajudam nessa regulação. Meu filho, por exemplo, ao mesmo tempo que ele foi lá fora e viu por um momento e já sentiu muita pressão, ele veio para o cantinho ali nos desenhos e já regulou. O Governo de Mato Grosso está de parabéns pela ação porque é um olhar único, é um olhar realmente inclusivo”, declarou. 

De acordo com Sandra Barbosa, mãe do Adryan Guilherme de 12 anos, foi um dos momentos mais emocionantes na vida do filho. Para ela é muito bom ter um lugar aconchegante, com espaço onde as crianças possam se locomover e interagir na sua forma, sem a recriminação e intensidade de outras pessoas ou de outros barulhos. 

“Eu vi um sentimento de humanidade com todos os autistas. Fomos muito bem acolhidos e vemos que o Governo está tendo uma visão mais sensível, mais solidária não só com os autistas, mas com todos os demais. Estar participando disso é um sonho. Ver meu filho sorrindo, interagindo assim com um acompanhamento adequado, no local adequado onde não traz incômodos para ele é muito bom. Ter o espaço da acolhida para as crianças menores se equilibrarem é um diferencial, porque sabemos que o autismo tem disso, não estar parado, ou não estar quieto”, disse Sandra emocionada. 

Segundo Mamedes da Cruz, pai do Samuel de 12 anos, não tem coisa melhor do que ver o seu filho sendo respeitado e bem tratado. 

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“O Samuel é fanático por futebol e ter essa oportunidade de assistir ao jogo com ele não preço. Ele fica muito feliz. Eu só contei que iríamos assistir o jogo pouco antes de vir para que ele não ficasse tão ansioso. Fico muito feliz que o Governo de Mato Grosso tenha olhado para a causa dos autistas, fazendo ações como esta”, afirmou. 

A seleção dos oitos torcedores e acompanhantes foi realizada por meio de sorteio a partir dos beneficiários cadastrados na Carteira de Identificação do Autista (CIA), emitida pelo MT Cidadão. A ação é uma parceria entre o Governo de Mato Grosso, por meio da Setasc, e o Cuiabá Esporte Clube.

Para poder participar do sorteio é preciso ter a Carteira de Identificação do Autista (veja mais abaixo). Beneficiários de todo o estado de Mato Grosso podem participar do sorteio, lembrando que não serão custeados o deslocamento e a hospedagem, tanto do sorteado quanto de seu acompanhante. Apenas serão disponibilizadas as entradas do camarote.

Carteira de Identificação do Autista

O documento, que é uma das bandeiras da primeira-dama, Virginia Mendes, é emitido de forma gratuita pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e contém informações específicas e qualificadas da pessoa com o transtorno, o contato de emergência e, caso tenha, informações de seu representante legal/cuidador.

O cadastro da CIA, desde setembro de 2022, é realizado pelo aplicativo MT Cidadão, na modalidade digital e ou física (impressa). O prazo para a emissão da carteira digital é de cinco dias, a contar do envio da documentação via aplicativo, análise e aprovação pela equipe da Setasc. Já para a emissão da carteira física, o prazo será de 30 dias.

Para mais informações (65) 98421-4080/(65) 3613-5711 ou o site da Setasc.​

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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