Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Estado investe em infraestrutura da Transpantaneira com pontes de concreto e manutenção

Publicados

MATO GROSSO


Principal rota de acesso às belezas naturais do Pantanal Mato-grossense, a rodovia MT-060, a Transpantaneira recebe atenção especial do Governo do Estado. Foram investidos R$ 16,6 milhões na substituição de pontes de madeira, além da execução de serviços de manutenção na estrada-parque.

O objetivo é garantir a trafegabilidade do trecho durante o ano inteiro, tanto para os turistas, quanto para os moradores da região. Desde o início da atual gestão, 27 pontes de madeira foram substituídas por estruturas de concreto ou mistas, de aço e concreto. Além disso, outras sete foram trocadas por bueiros celulares de concreto. 

“Estamos com material para mais três bueiros e fazendo sempre a manutenção, tanto dos encabeçamentos, quanto das aduelas. Hoje a transpantaneira é uma estrada que você trafega com tranquilidade”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

O secretário explica que até o fim de 2022, pelo menos mais 30 pontes de madeira serão retiradas da estrada, dando mais segurança para os turistas. “Estamos lançando a licitação para a construção de uma ponte de concreto 120 metros sobre o Rio Figueira, eliminando a maior ponte de madeira da região”, ressalta o secretário.

Leia Também:  No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, primeira-dama de MT destaca ações em prol da qualidade de vida e oportunidade

O processo de licitação está em análise dentro da Sinfra-MT, para ser publicado nas próximas semanas. A obra tem um custo estimado em R$ 5,9 milhões. Entre as pontes entregues até o momento, a maior é a localizada sobre o Rio Cassange, com 75 metros de comprimento.

Para Ederson Marcolino, morador da região, a substituição de pontes de madeira garante mais segurança para todos que passam pela estrada. “Tá ficando muito bom, com melhorias para nós. As pontes de madeira atrapalham bastante, as de concreto são muito melhores”.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) também mantém um convênio com a Associação de Defesa do Pantanal (Adepan), repassando recursos para que a associação realize a manutenção da Transpantaneira.

Os serviços englobam a reforma de pontes de madeira, conservação, limpeza e encascalhamento das estradas e também a sinalização. 

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Polícia Civil prende jovem procurado por homicídio em Mirassol d'Oeste

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA