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Estados debatem estratégias contra crimes na Amazônia Legal e desenvolvimento sustentável no 2º dia do Fórum de Governadores

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O segundo dia de programação do 25º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, nesta quinta-feira (15.06), será de reuniões de câmaras setoriais e dos institutos de terra, que debatem, entre outros temas, segurança pública, saúde e desenvolvimento sustentável na região. As discussões ocorrem no Palácio Paiaguás, sede do Governo de Mato Grosso, em Cuiabá.

Pela manhã, a programação envolve uma oficina técnica sobre compras compartilhadas da Saúde e Segurança Pública, com os secretários e representantes dos estados do Amapá, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Tocantins, Roraima, Pará e Rondônia.
As Câmaras Setoriais de Meio Ambiente, Agricultura, Segurança Pública e dos institutos de terra também se reúnem até 12h30 para discutir a geopolítica mundial e seus impactos e possibilidades sobre a Amazônia brasileira. Entre os tópicos estão a apresentação de estratégias do Ministério da Justiça e Segurança Pública para coibir crimes na Amazônia Legal, e a perspectiva global do papel das florestas tropicais para as estratégias de desenvolvimento sustentável.

As câmaras ainda debatem com os secretários sobre pontos de convergência entre os estados e contribuições para a Cúpula da Amazônia, que será realizada em agosto deste ano, em Belém (PA).

A programação retorna às 14h, com oficinas para formular contribuições para a Carta de Cuiabá. Se reúnem os secretários de Meio Ambiente, Segurança Pública e Agricultura.

Às 16h15 as Câmaras Setoriais de Meio Ambiente, Segurança Pública e Agricultura voltam a se reunir para consolidar as discussões e apresentar sua contribuição final para a carta que será apresentada à Cúpula da Amazônia. A programação se encerra às 18h.

Na sexta-feira (16), último dia de Fórum, os governadores dos estados da Amazônia Legal se reúnem em Assembleia Geral para tratar sobre as discussões ao longo dos dias anteriores, bem como sobre os eventos da agenda Pan-Amazônia. Eles também validam a Carta de Cuiabá, com o posicionamento sobre a Cúpula da Amazônia.

Os governadores ainda devem referendar a nomeação de Marcello Brito como novo secretário executivo do Consórcio da Amazônia Legal, e a criação da Câmara Setorial de Agricultura e Economia Verde, e da Câmara Setorial de Cultura.

Ao final do encontro, o anfitrião do evento, governador Mauro Mendes, e o presidente do Consórcio Amazônia Legal, Helder Barbalho, atenderão a imprensa credenciada.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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