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Estudantes de MT começam a embarcar para Londres nesta sexta-feira (25)

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O primeiro grupo dos 100 estudantes selecionados para participar do programa de intercâmbio MT no Mundo, do Governo de Mato Grosso, começa a embarcar para Londres nesta sexta-feira (25.08). O governador Mauro Mendes acompanhará o embarque dos alunos no Aeroporto Marechal Rondon a partir das 7h.

O segundo grupo de estudantes embarca no sábado (26). O programa de intercâmbio MT no Mundo faz parte da política de valorização da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), prevista no programa Educação 10 Anos, que objetiva colocar a educação pública de Mato Grosso entre as cinco mais bem avaliadas do país até 2032.

Os estudantes foram selecionados de 88 escolas de 53 municípios, entre elas 16 integrais, 14 militares, 7 do campo, 1 confessional e 1 quilombola, conforme os critérios previstos no edital.

Acompanhado de monitores e uma psicóloga, o grupo ficará 21 dias na Inglaterra, onde não só aprimorarão sua proficiência por meio do curso de inglês geral durante 30 horas por semana, mas também vivenciarão um rico crescimento cultural e pessoal. Divididos em sete grupos, eles terão como destino as cidades de Brighton, Bournemouth, Liverpool, Worthing, Eastbourne e Cambridge.

O programa cobre todos os custos de passagem, seguro saúde, curso de inglês, 3 refeições diárias, acomodação em casa de família, vale transporte, 1 saída cultural por semana, city tour, traslado, £200 por semana e chip de celular.

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“O grupo vai aprimorar o conhecimento e adquirir experiências que certamente serão valiosas para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. É uma ação inédita, que entra para a história da educação pública de Mato Grosso. Estamos empenhados em oferecer uma experiência enriquecedora para esses estudantes, e a preocupação com a segurança e o bem-estar deles é uma prioridade”, ressaltou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

“Que essa experiência seja marcante e inspiradora para cada um deles, e que possam retornar ao seu estado de origem com histórias para contar e um olhar renovado sobre o mundo”, acrescentou.

Bagagem personalizada

Além das expectativas e ansiedade para vivenciar uma nova cultura e aprimorar o conhecimento em Língua Inglesa, os estudantes levarão consigo uma bagagem extra fornecida pela Seduc.

Cada estudante receberá uma mochila personalizada contendo diversos itens essenciais para a viagem, entre eles: uma garrafa térmica, uma camiseta, uma capa de chuva, uma almofada de pescoço e duas tags de mala. Os itens foram cuidadosamente selecionados para garantir o conforto e a segurança dos estudantes durante a viagem e a estadia no país inglês.

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Além disso, cada participante do intercâmbio receberá um crachá personalizado com informações pessoais como nome, escola de origem, cidade, monitor e contato em caso de perda do crachá. Os crachás servirão como identificação dos estudantes durante toda a viagem, facilitando a comunicação e garantindo a segurança do grupo.

Nas tags de mala serão inseridas informações adicionais, como o nome dos pais e contatos telefônicos de emergência. Essas medidas visam garantir que, em caso de necessidade, os estudantes possam ser prontamente identificados e contatados, proporcionando tranquilidade tanto para os jovens quanto para suas famílias.

Já na mochila, cada estudante vai levar quatro exemplares dos livros Arte em Defesa dos Animais do Pantanal, Amazônia e Cerrado, Vamos Colorir: Animais do Pantanal, Amazônia e Cerrado, além de duas caixas de giz de cera. O material tem foco na preservação, e a sua distribuição será direcionada aos professores ingleses no sentido de divulgar ações de educação ambiental da Seduc.

Os estudantes também apresentarão, durante o intercâmbio, um projeto intitulado “Come and meet the Brazilian Pantanal: A Tropical Theme”,.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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