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Exposição conta história dos 110 anos da Biblioteca Estevão de Mendonça

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Na próxima segunda-feira (21.03), a Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça dá início à sua programação de aniversário. Para comemorar os 110 anos de fundação, o equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) abre a Exposição Bibliográfica e Iconográfica.

A mostra comemorativa traz documentos, fotos e livros que contam a história da Biblioteca Estadual.  Com acesso gratuito, o acervo fica exposto até o dia 1º de abril.

“Nosso objetivo é contar e memorizar um pouco da história da Biblioteca, a maior de Mato Grosso. É um equipamento público muito importante para a vida cultural e para o ensino. Que todos possam conhecer essa história”, convida a gerente da Biblioteca, Elienes Moreira.

Projetada para atender a crescente demanda da escolarização e prosperidade intelectual do período em Cuiabá, a Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça foi fundada no dia 26 de março de 1912. 

Além da Exposição, fazem parte da programação de aniversário um evento comemorativo na sexta-feira (25.03) e uma roda de leitura em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos na segunda-feira (28.03).

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A Biblioteca está localizada no Palácio da Instrução, que fica na região central de Cuiabá, ao lado da Catedral Metropolitana. O atendimento é das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Fonte: GOV MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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