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Feridos no acidente entre ônibus e carreta na 163 no Médio Norte tiveram fraturas e lesões, confirma coronel dos bombeiros; vídeo

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O Corpo de Bombeiros de Nova Mutum e as equipes da Rota do Oeste socorreram as 42 vítimas do acidente, esta madrugada, nas proximidades do Posto Gil, entre ônibus da Novo Horizonte, que seguia para o Nortão, e uma carreta Mercedes-Benz, carregada com madeira. Ao Só Notícias, o tenente-coronel Fernando Duarte Santana afirmou que 5 vítimas foram desencarceradas das ferragens, sendo duas vítimas fatais (dentre elas os motoristas) e três levadas com vida ao hospital. As identidades dos mortos e feridos ainda não foram divulgadas.

“Todas as vítimas foram conduzidas com diversas fraturas, cortes contusos, havia pessoas com perfuração no olho, lesão na cervical e lombar. Destas 42 não tem nem como precisar os tipos de lesões graves e leves. Foram conduzidas por duas ambulâncias dos bombeiros e quatro da Rota”, explicou.

“Como o caminhão era de madeira e pesado, a energia neste tipo de acidente sempre passará do veículo mais pesado ao mais leve, então toda a energia foi dissipada no ônibus que, tecnicamente falando, sofreu o maior impacto. Então a energia cinética, em termos, foi desprendida no ônibus, as vítimas sofreram muitas lesões em virtude do desprendimento de energia durante o impacto”, descreveu.

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“As vítimas que estavam presas às ferragens, as que estavam em óbito, foram retiradas das ferragens e levadas pela Politec (para necropsia).  Agora eles estão fazendo o trabalho de remoção, retirando os veículos da pista, madeira que estava na carreta para voltar o tráfego”, explicou Fernando Duarte.

Segundo o tenente-coronel, para a realização do atendimento foram utilizadas duas técnicas durante o resgate. O método “start”, é usado para triagem de múltiplas vítimas, que são classificadas das mais graves a mais leves nas cores preto mais gravidade, vermelhas, amarelas e verdes com menor gravidade. Já no segundo método de comando de acidente, é feita a administração e organização do cenário da ocorrência.

Conforme Só Notícias já informou, o acidente envolvendo uma carreta, carregada com madeira, e um ônibus da empresa Novo Horizonte foi, esta madrugada, nas proximidades do Posto Gil em Diamantino, Médio Norte. De acordo com a equipe da Rota do Oeste, três mortes foram confirmadas no local.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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