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Filho de desembargador acusa esposa de traição com porteiro e a espanca em Cuiabá

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O filho de um desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, identificado pelas iniciais M.D.P.B., 56 anos, foi preso na madrugada de domingo (28) após agredir e ameaçar a esposa de 42 anos, por estar enfurecido pela derrota do Flamengo na final da ‘Copa Libertadores’ no último sábado (27). O acusado, que é advogado, chegou a mandar a mulher tirar a roupa íntima para que ele pudesse verificar se ela havia tido relações com o porteiro do prédio onde o casal mora, em Cuiabá.

Consta no registo da ocorrência, que o casal estava em casa quando a vítima recebeu uma ligação de um parente. Enciumado, o homem começou a fazer inúmeras ofensas contra a esposa, dizendo que ela estava gorda, que foi a namorada mais feia que ele já teve e que ela não passava de prostituta, vagabunda. Além disso, ela acusou a esposa de “ter outro homem”. 

Com medo das atitudes do marido, a mulher desceu até a portaria e pediu que o porteiro ficasse atento e, caso ouvisse algo acionasse a polícia. Quando a mulher retornou para o apartamento, o homem a obrigou tirar a roupa para ver o órgão genital dela, dizendo que ela havia tido relações com o vigilante. O homem ainda a acusou de praticar sexo oral no porteiro e, em seguida, passou a agredi-la. 

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A mulher conseguiu pegar o telefone e ligar para a Polícia Militar. O acusado, então, disse à vítima que não daria tempo de a polícia chegar, porque antes ele a jogaria da sacada. O casal mora no 9º andar do prédio. 

Quando os militares chegaram, o homem foi preso e a vítima encaminhada para uma unidade de saúde, já que estava em estado de choque. 

Consta ainda no registro da ocorrência, que a vítima já havia feito outras denúncias em desfavor do acusado por violência doméstica. Inclusive, uma medida protetiva já estava em vigor.

Na época, o casal se separou e a vítima voltou a morar em São Paulo, onde reside sua família. No entanto, há cerca de dois meses, a mulher resolveu voltar para Cuiabá e reatou o casamento com o acusado.

O advogado passou por audiência de custódia ainda no domingo (28) e foi liberado sob pagamento de fiança e determinação de medidas protetivas. Ele está proibido de se aproximar da vítima por 1.000 metros e não tentar contato nem com ela, nem com familiares.

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A vítima foi levada pela família para São Paulo, em estado de choque, onde será internada em uma clínica para passar por tratamento psicológico.  O inquérito segue em andamento. 

FONTE/ REPOST: LETICIA KATHUCIA – MÍDIA NEWS 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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