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Fiscalização ambiental flagra retirada ilegal de minério em Guarantã do Norte

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Com base em alertas de desmatamento enviados por imagens de alta resolução de satélites Planet, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o Batalhão de Policia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) fiscalizaram e autuaram a retirada ilegal de minério de uma propriedade localizada em Guarantã do Norte (750 km de Cuiabá).

Equipes se deslocaram até a propriedade para atender o alerta de mudança de vegetação, em novembro de 2021. No local, identificaram que parte da vegetação de aproximadamente um hectare havia sido suprimida anteriormente. Também identificaram a retirada de minério (cascalho) acotecendo sem a devida autorização do órgão ambiental. 

O material foi apreendido e depositado junto ao município. O proprietário será notificado por Aviso de Recebimento (AR) sobre as penalidades e multa. É necessário solicitar autorização da Sema-MT para a retirada de cascalho, assim como de outros minérios, com previsão de recuperação da área degradada, se acordo com autorização do órgão ambiental.  

Conforme a  tenente do Batalhão Ambiental, Joelma Carvalho, a verificação de alertas de desmatamento é um procedimento comum na localidade, que faz parte do arco norte do estado, local onde são intensificadas as ações de repressão ao desmatamento ilegal.

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Como funcionam os alertas por satélite

No último semestre, apenas o município de Guarantã do Norte teve 231 alertas de desmatamento, em uma área aproximada de 51, km². A Sema-MT monitora todo o território estadual por satélites desde 2019. O sistema de monitoramento mostra mudanças de vegetação e ajudam a prevenir e combater o desmatamento ilegal e os incêndios florestais.

Após receber o alerta, o Estado envia equipes para campo com apoio das forças policiais, para frear o crime ambiental. O alerta de desmatamento mostra imagens de satélite de antes do desmate, e depois, possibilitando uma análise precisa da área desmatada, e ainda, a autuação remota dos proprietários. Veja na imagem a precisão do sistema de satélites da Sema-MT:

A população pode consultar os alertas de satélite de forma pública com filtros de data, cidade, e tipo de alerta como corte raso (retirada total da vegetação nativa, pela erradicação de indivíduos de porte arbóreo e arbustivo), degradação (retirada parcial ou dano à vegetação nativa por corte) ou cicatriz de queimada (retirada parcial ou dano à vegetação nativa por queimada).

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Acesse aqui o dashboard de alertas de desmatamento disponível para o público: https://alertas.sccon.com.br/matogrosso/#/dashboard

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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