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Força Tática prende mulher e apreende 93 porções de drogas em Mirassol D’Oeste

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Prisão ocorreu no bairro Jardim São Paulo, em uma casa que era ponto de venda de entorpecentes.

Policiais da Força Tática do 6º Batalhão prenderam, uma mulher, de 49 anos, suspeita por tráfico ilícito de drogas, na madrugada desta quinta-feira (28.11), em Mirassol D’Oeste. Na ação, foram apreendidas 93 porções de entorpecentes entre pasta base, maconha e cocaína, além de uma quantia de R$ 1.252, sendo R$ 425,95 em moedas.

Militares estavam em patrulhamento pelo bairro Jardim São Paulo, por volta das 2h, quando flagraram um homem em atitude suspeita em frente a uma casa. Ao perceber a presença da viatura, o homem fugiu. Em abordagem na residência, a equipe localizou a mulher, que informou ser a moradora e que o local é frequentado por outros usuários de drogas.

Durante as buscas pela casa, foram encontradas seis porções grandes de pasta base, cinco porções de maconha, 82 porções de cocaína, uma balança digital, dois celulares, uma caixa de som, e uma quantia em dinheiro nos valores de R$ 425,95 em moedas e R$827 em espécie.

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Diante dos fatos, a mulher foi detida e encaminhada à delegacia com material apreendido para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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