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Força Tática prende quatro integrantes de organização criminosa com arma e drogas em Cáceres

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Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional prenderam em flagrante quatro homens por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite deste domingo (18.06), em Cáceres. Com os suspeitos, uma arma de fogo, munições e porções de pasta base de cocaína foram apreendidos.

Por volta de 20h45, a equipe da Força Tática recebeu informações sobre membros de uma organização criminosa que estariam reunidos em um residencial de quitinetes, no bairro Cavalhada II. Segundo a denúncia, no local também havia entorpecentes.

Os policiais se deslocaram ao endereço e visualizaram dois homens deixando o local em uma motocicleta. A PM iniciou acompanhamento aos suspeitos, que tentaram fugir em alta velocidade, sendo abordados em um bairro próximo. Em verificação, foi identificado que o condutor da motocicleta não tinha carteira de habilitação.

Em seguida, ao retornarem para o residencial, os militares abordaram um terceiro suspeito, que estava na frente do imóvel. Neste momento, mais um homem, que estava no fundo do imóvel, tentou empreender fuga ao visualizar os policiais, sendo detido rapidamente.

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Questionados sobre o motivo da fuga, os suspeitos confessaram ser integrantes de uma organização criminosa e disseram que estavam no local para fazer uso de entorpecentes, em uma das quitinetes.

A equipe policial realizou buscas no local indicado e encontrou porções de pasta base de cocaína, uma arma de fogo calibre 9mm carregada com 10 munições e uma balança de precisão.

O proprietário do residencial foi localizado e afirmou que teria alugado a quitinete para outra pessoa e que desconhecia os suspeitos detidos.

Diante da situação, os homens foram encaminhados para o Cisc de Cáceres, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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