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Frio segue forte no fim de semana; Cuiabá tem mínima de 13ºC

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O frio intenso para os padrões cuiabanos deve prosseguir no final desta semana e início da próxima, conforme o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cpetec)

 

Para o sábado (13), a temperatura mínima pode atingir 13°C em Cuiabá, enquanto a máxima não deve passar dos 26°C.

 

Já no domingo (14), os termômetros marcam mínima de 14°C e máxima de 27°C.

 

Para a segunda-feira (15), a mínima permanece em 14°C e máxima deve ficar em 30°C.

Não há previsão de chuva na Capital no período.

 

Na Serra

 

Em Chapada dos Guimarães, como de costume, as temperaturas serão mais baixas que em Cuiabá.

 

No sábado (13), está previsto o dia mais frio do final de semana na cidade turística, com mínima de 9°C e máxima de 25°C.

 

Para o domingo (14), a mínima será de 10°C, mantendo-se a máxima de 25°C.

 

Na segunda-feira (15), a temperatura mínima sobe para 12°C, com a máxima atingindo os 28°C.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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