MATO GROSSO
Garoa não ameniza e MT terá fim de semana mais quente do ano
MATO GROSSO
Apesar de uma chuva rápida ocorrida em Várzea Grande na noite de quinta-feira (8), os mato-grossenses devem se preparar para ter o fim de semana mais quente do ano. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a máxima deve chegar aos 42°C. Como nas últimas semanas, não há previsão de chuva para os municípios.A umidade relativa do ar fica entre 10% e 65%.
Cuiabá, nesta sexta-feira (9), já amanheceu aberto e o sol logo brilhou, os termômetros registram 39°C com a mínima de 28°C. No sábado (10) e domingo (11) a temperatura se repete.
Na cidade turística de Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte) não deve ser diferente, os termômetros marcam a mínima de 24°C e a máxima de 41°C.
Sinop (500 km ao Norte) e Sorriso (420 km ao norte) registram a temperatura mais alta dos municípios. Os termômetros devem chegar aos 42°C. A umidade relativa do ar 65% a 10%.
Em Nobres (146 km a médio-norte) e Nova Mutum (264 km ao norte), os termômetros ficam entre 41°C e 24°C.
Considerando o tempo seco e a umidade baixa o Gazeta Digital, separou uma lista de cuidados para minimizar as consequências dos efeitos que a alta temperatura pode causar a saúde. Confira:
* Beba bastante água
*Evite a exposição solar
* Umidifique o ambiente
* Combata o ressecamento das vias aéreas
* Invista em alimentos saudáveis
* Mantenha a hidratação da pele
MATO GROSSO
Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032
A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.
A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.
Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.
O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.
Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.
Articulação institucional
O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).
A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).
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