MATO GROSSO
“Gestão plena do secretário”: Emanuel mostra que não tem ligação com prêmio saúde
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Na manhã desta quarta-feira (01), o prefeito Emanuel Pinheiro retornou as atividades com uma coletiva de imprensa pra esclarecer situações inesperadas cometidas desde que foi afastado “injustamente”.
Durante a coletiva um dos assuntos levantados foi a falta de acesso aos pagamentos da saúde, onde ele foi acusado de realizar irregularmente o pagamento do prêmio saúde (Lei 094.2003).
Emanuel apresentou todas documentações necessárias de pagamento e a assinatura dos gestões em consenso com o secretário de saúde, onde fica claro que a gestão do secretário é totalmente plena, não sendo necessária a assinatura do próprio prefeito.

Emanuel mostrando as assinaturas durante coletiva
“Pra somatizar a necessidade do pagamento, entramos no período da pandemia”, comentou Emanuel deixando claro que mesmo não estando envolvido, reconhece a necessidade de valorização dos profissionais de saúde.
Ao decorrer da coletiva o prefeito também questionou sobre as acusações e notícias que saíram nos últimos dias em que ele esteve afastado, dizendo que o mesmo teria comprado apoio político.
“Comprei de quem? Pra quem? Não tem cabimento isso é eu quero que vocês investiguem a fundo que não vão achar nada, porque não existe!”, finalizou.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0