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Governador anuncia concurso público para a Educação e pagamento de 1/3 de férias para temporários

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Anúncio foi feito durante reunião, na manhã desta terça-feira (17), com membros da Associação Mato-grossense dos Servidores Públicos da Educação (AMPE).

O governador Mauro Mendes anunciou a publicação do edital do concurso público da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o pagamento de 1/3 de férias para temporários contratados pela educação.

O anúncio foi feito durante reunião, na manhã desta terça-feira (17.09), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, com membros da Associação Mato-grossense dos Servidores Públicos da Educação (AMPE).

Mauro Mendes destacou o empenho que o núcleo da educação tem desempenhado em Mato Grosso nos últimos anos e a importância da realização do concurso público.

“Estamos finalizando o estudo técnico realizado nos últimos meses para conhecer as necessidades que temos hoje na área da educação. É um processo demorado, e requer bastante compromisso, mas que nos próximos 45 dias terá como passo inicial a publicação do edital para darmos andamento no concurso público”, declarou.

O governador reconheceu a necessidade de solucionar a pendência histórica do pagamento do 1/3 de férias para professores temporários, uma reivindicação antiga da categoria.

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“É um direito que eles conquistaram e que, infelizmente, não estava sendo garantido há mais de 40 anos, com a necessidade de inúmeras demandas judiciais. É fundamental reconhecer o trabalho desses profissionais e garantir seus direitos”, esclareceu o governador.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou que a conquista da AMPE é resultado de um diálogo construtivo e de boas ideias em prol da educação.

“O resultado positivo que estamos vendo é fruto do trabalho conjunto, e demonstra o compromisso de todos em buscar o melhor para os nossos professores. Agradeço a AMPE por sua participação nesse processo e por reconhecer o esforço do governo em valorizar os profissionais da educação”, avaliou.

O secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, reafirmou o compromisso da pasta em conduzir a solicitação feita pela associação.

“É um trabalho que envolve vários servidores e que, no fim das contas, representa o nosso compromisso social com cada um deles”, disse.

O presidente da AMPE, Fábio Bernardo, comemorou a conquista e ressaltou a atenção que o governador Mauro Mendes dedicou à solicitação.

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“Não é a primeira vez que buscamos o dialogo com o governador e conseguimos sentar para debater nossas demandas. É algo que vai muito além de um cargo, é a atenção de alguém que se importa e solidariza com a causa do outro”, finalizou.

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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