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Governador de Tocantins: “Mato Grosso é um estado pujante e referência nacional”

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O governador de Tocantins, Wanderlei Barbosa, afirmou que Mato Grosso é referência nacional em crescimento econômico, e reconheceu os esforços do Governo para o desenvolvimento do Estado.

“Mato Grosso é, hoje, o estado que mais produz no país. Ele já tem essa boa classificação, é um estado forte, pujante, muito bem gerido pelo governador Mauro Mendes, que trabalhou muito e está fazendo o que é correto. Não tenho dúvida que Mato Grosso continuará sendo essa grande referência”, afirmou, durante o XI Fórum Político Dinâmica de Empreendimentos, realizado em Porto Alegre do Norte nesta sexta-feira (28.04).

O governador destacou os mais de 2,5 mil quilômetros de asfalto entregues pelo governador Mauro Mendes durante sua primeira gestão, e ponderou que investir em infraestrutura, sobretudo nas rodovias, deve ser uma das prioridades dos governos, considerando não apenas a mobilidade da população, mas o escoamento da produção agrícola.

“Eu conheço o trabalho que o governador Mauro Mendes tem feito em Mato Grosso e tenho conversado sobre o que ele faz em infraestrutura. É impressionante o quanto ele fez de rodovia pelo Mato Grosso. Sabemos a força de Mato Grosso e do seu governo”, disse.

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“Se o Brasil está abrindo suas fronteiras na força do agro, principalmente, temos que melhorar o escoamento da produção e fazer com que essa vertente cresça”, acrescentou.

Parceria entre os estados
O governador de Tocantins também ressaltou a importância da parceria entre os estados, para garantir eficiência nos serviços prestados à população, a exemplo da saúde e da segurança pública.

Ainda nesta sexta-feira, os governadores Mauro Mendes e Wanderlei Barbosa, junto do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, visitaram a cidade de Marianópolis (TO), onde está montada a força-tarefa para busca e prisão dos criminosos que atacaram o município de Confresa (MT), no dia 9 de abril.

O governador do Tocantins destacou a integração entre as polícias e afirmou que os agentes seguem unidos para prender todos os criminosos. “Assim como em Mato Grosso, em Tocantins bandido não faz morada”, afirmou, ressaltando que equipes especializadas e bem preparadas seguem no cerco contra os criminosos.

Atuam na força-tarefa 350 agentes de Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Pará e Minas Gerais.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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