MATO GROSSO
Governador participa da abertura da 42ª Índia International Trade Fair
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes foi o único convidado estrangeiro a participar da cerimônia de abertura da 42ª Feira Internacional de Comércio na Índia, na cidade de Nova Delhi.
O evento, que ocorreu na tarde desta terça-feira (14.11), contou com a presença de autoridades do governo indiano, da comitiva do governo de Mato Grosso e do embaixador do Brasil na Índia, Kenneth Nóbrega.
“Foi um momento muito importante para Mato Grosso e para o Brasil. Levar nosso estado para uma das economias que mais cresce no mundo. Temos muito a construir em parcerias que podem beneficiar o nosso povo de Mato Grosso e da Índia”, assegurou o governador Mauro Mendes.
De acordo com o governador, a Índia, economicamente, pode ser uma grande oportunidade para se fazer negócios no setor de alimentos. “O que Mato Grosso sabe produzir é alimentos e a Índia precisa disso, pois tem a maior população do mundo e sua agricultura é forma por pequenas propriedades, o que faz com que precisem importar produtos de várias partes do mundo, inclusive do nosso país”, afirmou.
O que é a Feira
A feira reúne as principais indústrias de alimentos, tecnologias, eletrônicos da Índia e de alguns países.
Os empresários de Mato Grosso conheceram um pouco da estrutura e de como os indianos fazem negócio no país.![]()
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0