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Governador propõe pacto de eficiência entre os Poderes: “Vamos entregar muito resultado”

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O governador Mauro Mendes defendeu um “pacto de eficiência” entre o Governo do Estado e os Poderes constituídos para trazer mais resultados à população mato-grossense.

Durante discurso na cerimônia de posse do primeiro escalão do Executivo, neste domingo (01.01), Mauro reforçou que construir um estado cada vez mais eficiente é um dos principais objetivos da gestão que se inicia.

Ele lembrou que, no início do primeiro mandato, a realidade do estado era muito ruim, logo, o principio desafio era consertar as contas e fazer com que os serviços públicos funcionassem adequadamente. Porém, hoje, a realidade é muito melhor.

“Esse espírito de eficiência precisa ser compartilhado entre os poderes. Pelo Ministério Público, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, por todos. Eu tenho certeza que essa luta será ombreada e compartilhada por todos os poderes. Convido a todos para fazermos uma verdadeira cruzada pela eficiência no serviço público mato-grossense e em tudo que fazemos pelo cidadão”, afirmou.

Para Mauro Mendes, o princípio da eficiência ainda é pouco cobrado na administração pública como um todo, mas é um dos princípios mais importantes para desenvolver um estado.

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“Ninguém nunca foi processado por ser ineficiente, incompetente. Mas é um dos mais importantes princípios. Porque só a eficiência na arrecadação vai garantir os recursos necessários para fazer frente a tantas demandas. Somente a eficiência vai garantir que esse dinheiro arrecadado possa render, pois não há dinheiro que dê quando se gasta mal. Só a eficiência vai trazer uma infraestrutura melhor, fazer com que a Saúde cumpra o seu papel. Só com forças de segurança mais eficientes, usando os meios que agora dispõem, podem trazer mais segurança à população. Assim como uma Educação que possa cumprir seu papel histórico de ser o acesso às oportunidades e queremos que Mato Grosso esteja entre os 10 melhores nesse aspecto”, citou.

O governador também cobrou de sua equipe de secretários de Estado que montem equipes e estratégias voltadas à eficiência na administração pública.

“Tive a oportunidade de conversar com cada um e espero muito trabalho, a mesma seriedade e, acima de tudo, mais desafios. Os nossos desafios serão diferentes. Antes, tínhamos uma condição financeira ruim, mas esse tempo passou. Isso aumenta a nossa responsabilidade de entregar mais para a sociedade, para o cidadão mato-grossense. Se tivermos a capacidade de saber o que precisa ser feito, e coragem, não tenho dúvida nenhuma que vamos construir em Mato Grosso um dos melhores lugares para se viver nesse país”, projetou.

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De acordo com o governador, trazer mais eficiência é devolver aos mato-grossenses, em forma de obras, ações e serviços públicos melhores, tudo aquilo que é pago em impostos.

“A quem muito é dado, muito deverá ser cobrado. As nossas condições hoje são melhores e por isso tenho absoluta convicção que terão liberdade para formar suas equipes. Vou cobrar muito porque o cidadão espera muito de nós e, com a benção de Deus, vamos entregar muito resultado”, afirmou.

Fonte: GOV MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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