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Governador vistoria obra da Praça de Chapada: “Alto padrão de qualidade”

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O governador Mauro Mendes vistoriou as obras de revitalização da Praça Dom Wunibaldo, em Chapada dos Guimarães, e do entorno do local, que já estão na reta final.

A vistoria foi realizada na manhã desta quinta-feira (21.09), junto com o prefeito Osmar Froner e a equipe técnica responsável pelos trabalhos.

“Estamos fazendo um belo investimento e preservamos todas as áreas verdes da praça, implantando um belo paisagismo. A previsão é que fique pronto agora em novembro, então antes do Natal poderemos ver essa praça totalmente revitalizada”, afirmou.

Mauro destacou que o projeto da praça foi executado de forma a preservar a história da cidade e a vegetação característica da região.

“Todas as calçadas do entorno foram refeitas, teremos uma rua coberta para os restaurantes logo ali na chegada. Então vai ficar muito bacana, com qualidade diferenciada, uma belíssima praça totalmente remodelada, com alto padrão de qualidade e com conceitos modernos que vão agregar muito valor à cidade de Chapada, ao dia a dia dos moradores e, principalmente, dos turistas”, reforçou.

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Conforme o governador, a revitalização da praça se soma a vários outros investimentos para potencializar o Turismo em Mato Grosso, como as melhorias em Nobres e Bom Jardim, píer do Rio Mutum, Parque Novo Mato Grosso e a construção de orlas em várias regiões.

A revitalização

A revitalização da Praça Dom Wunibaldo e entorno vai manter todas as árvores originais da área. Também serão entregues atrativos, como fonte luminosa, playground, bancos em dois níveis, bicicletário e paisagismo.

Além da reforma na praça, está sendo revitalizada a Rua Quinco Caldas, no trecho que compreende o posto de combustíveis até a Rua Cipriano Curvo, que ganha cobertura, ampliação da calçada e paisagismo.

O projeto segue a estética da Igreja Matriz Santuário de Sant’Ana, mantendo o perfil histórico, mas com um toque de modernidade, como, por exemplo, o piso com acessibilidade e drenagem, além de ter cor clara para não destoar das cores da igreja.

Toda a reforma no local teve aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e licenças da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Todos os setores municipais também foram ouvidos em audiências públicas no município, como a prefeitura, Câmara de Vereadores, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o padre José, que administra a igreja matriz.

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Fonte: Governo MT – MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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