MATO GROSSO
Governo assina ordem de serviço de R$ 41,2 milhões para asfaltar estrada entre Água Fria e Manso
MATO GROSSO
Serão asfaltados 33 km da estrada que apresentou maior fluxo de veículos desde a proibição de veículos pesados em trecho da MT-251
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) assinou a ordem de serviço para o asfaltamento da MT-246, que liga o Distrito de Água Fria, em Chapada dos Guimarães, até a MT-351, que dá acesso ao Lago de Manso. A autorização foi publicada no Diário Oficial divulgado nesta segunda-feira (18.12).
Serão asfaltados 33,03 quilômetros da rodovia com um investimento de R$ 41,2 milhões. Esta obra foi licitada em 2023 e, a partir da autorização de início, há um prazo de 18 meses para a conclusão.
A empresa contratada pela Sinfra-MT já está trabalhando no trecho, com o objetivo de garantir melhorias para a rodovia, que, recentemente, passou a ter maior trânsito depois da proibição da circulação de caminhões em trecho da MT-251, no Portão do Inferno.
O asfalto também vai beneficiar moradores de várias comunidades rurais localizadas próximas à MT-246, que passarão a ter a opção de trafegarem por vias pavimentadas até Chapada dos Guimarães ou Cuiabá.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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