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Governo de MT entrega 45 fuzis para o Batalhão de Operações Especiais da PMMT nesta terça-feira (18)

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O Governo de Mato Grosso entrega, nesta terça-feira (18.07), 45 fuzis para reforçar o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Estado. A entrega será realizada durante a abertura do 1º Simpósio Nacional de Operações Especiais, no Teatro Zulmira Canavarros, a partir das 08h, e contará com a presença do governador Mauro Mendes.

As armas são fuzis da marca Sig Sauer e foram adquiridas em um investimento no valor de R$ 1,2 milhões do Governo do Estado. Os materiais serão destinados aos policiais militares do Bope que atuam no interior de Mato Grosso e que passarão pelo curso de Atirador Designado, que também tem início nesta terça-feira (18).

Entrega da medalha “Mérito de Operações Especiais”

Ainda na solenidade, após a entrega dos novos fuzis, o Bope realiza a cerimônia de imposição da medalha “Mérito de Operações Policiais Especiais” para 120 autoridades militares e civis. A medalha é a honraria máxima concedida pela unidade para homenagear personalidades que contribuem com o engrandecimento das atividades do Bope e da segurança pública do Estado.

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Serviço | Entrega de fuzis para o Bope e abertura do 1º Simpósio Nacional de Operações Especiais

Data: 18/07 (terça-feira), às  08h
Local: Teatro Zulmira Canavarros – Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Avenida André Maggi, Centro Político Administrativo, Cuiabá

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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