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Governo de MT investe R$ 160 milhões para garantir alimentação de qualidade a estudantes

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O Governo de Mato Grosso irá investir R$ 160 milhões para garantir alimentação escolar de qualidade aos estudantes das 647 escolas da rede estadual durante o ano letivo de 2024. No ensino regular são oferecidas três refeições diárias aos alunos e, nas escolas de tempo integral, cinco refeições diárias, com cardápios que priorizam alimentos in natura e, neste ano, passaram a oferecer peixe semanalmente.

“A alimentação escolar é um dos itens de maior importância na rotina dos estudantes e, por isso, o Governo oferta às escolas uma alimentação de qualidade e busca satisfazer as necessidades nutricionais deles. Isso demonstra o compromisso do Estado em garantir uma educação de qualidade e uma alimentação adequada, além de estar condizente com o que propõe o Plano EducAção 10 Anos”, afirmou o secretário estadual de Educação, Alan Porto.

A política de Alimentação Escolar é uma das 30 políticas educacionais desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), que compõem o Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a Rede Estadual de Ensino entre as mais bem avaliadas no país até 2032.

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Em 2023, o valor total de investimento na alimentação escolar foi de R$ 150,5 milhões, sendo R$ 97,9 milhões em recursos estaduais e R$ 50,8 milhões em recursos federais. “O aumento do investimento na alimentação escolar por parte do Estado impacta diretamente na qualidade da alimentação ofertada nas escolas estaduais”, pontuou o secretário.

A alimentação escolar também é uma forma de promoção da inclusão social, porque garante o acesso à alimentação para estudantes em situação de vulnerabilidade social, que muitas vezes encontram na escola a única refeição completa e balanceada do dia.

Cardápios

Conforme a Coordenadoria de Alimentação Escolar, Luana Leão, os cardápios são elaborados com base na utilização de alimentos in natura ou minimamente processados, sem alimentos processados e ultraprocessados, respeitando as necessidades nutricionais dos estudantes, hábito alimentar e a cultura alimentar de cada localidade.

“Os cardápios são elaborados pela equipe de nutricionistas da Seduc com a oferta diária de proteína, como carne bovina, carne suína, frango e peixe. Para o ano letivo de 2024, uma novidade no cardápio é a inclusão semanal de peixe, em diversas formas de preparo, além da oferta de frutas, verduras e legumes”, disse.

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As compras dos gêneros alimentícios são realizadas pelas unidades escolares através de processos de aquisição realizados pelas Diretorias Regionais de Educação (DREs). São realizados pregões e chamadas públicas, possibilitando às escolas adquirirem alimentos frescos e variados.

Dessa forma, além de garantir uma alimentação saudável e de qualidade para os estudantes, o investimento na alimentação escolar também contribui para o fortalecimento da economia local, ao incentivar a produção e comercialização de alimentos pela agricultura familiar.

Fonte: Governo MT – MT

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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