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Governo de MT recebe Selo Diamante de qualidade em transparência

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Selo Diamante é a mais alta distinção no ranking do Programa Nacional de Transparência Pública

O Governo de Mato Grosso recebeu, nesta quarta-feira (22.11), o selo Diamante de Qualidade em Transparência Pública, a mais alta distinção no ranking do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), liderado pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). A entrega foi realizada no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), em Cuiabá.

O governador Mauro Mendes e o secretário-controlador geral do Estado, Paulo Farias, foram representados na solenidade pela secretária-adjunta de Ouvidoria-Geral e Transparência da CGE-MT, Karen Oldoni. Ela recebeu o certificado das mãos do conselheiro e ouvidor-geral Antonio Joaquim.

Durante o evento, a representante do Governo de Mato Grosso destacou que a conquista demonstra o compromisso do Estado com a eficiência da gestão pública.

“O projeto do Portal Transparência e sua melhoria contínua estão em sintonia com a busca pela eficiência, possibilitando que os cidadãos acompanhem as ações em andamento e a aplicação dos recursos públicos”, disse Oldoni.

A adjunta da CGE observou que, apesar de o trabalho ser liderado pela Controladoria, em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Tecnologia da Informação (MT), a conquista é resultado do esforço de todos os órgãos estaduais em promover a transparência das informações sob sua responsabilidade.

“O mérito dessa conquista é de todos os órgãos estaduais. Destaco, em especial, o esforço das Unidades Setoriais de Controle Interno (Uniseci), que foram a ponte entre a CGE e os setores nos órgãos e entidades estaduais para auxiliar na inclusão ou melhoria das informações no Portal Transparência do Estado”, ponderou Karen.

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Democracia
Para o conselheiro Antonio Joaquim, a transparência é um instrumento fundamental da democracia. “Os países com maior transparência no governo tendem a ter uma maior maturidade política, porque é uma ferramenta indispensável para as pessoas acompanharem a atividade pública. A transparência é um dever que todo gestor tem de cumprir a Lei de Acesso à Informação e outras leis.”

Já o vice-presidente Executivo da Atricon, Edilson de Sousa Silva, comentou que a transparência é uma obrigação constitucional da administração pública e um direito da população brasileira.

“É uma ferramenta do povo brasileiro estampada no princípio constitucional da publicidade, que estabelece que todos os atos da administração pública devem ser públicos. Uma publicidade qualificada pela simplicidade, que esteja acessível àquele que tem uma graduação mais elevada e àquele que nada tem de graduação. Todo brasileiro tem o direito de saber, com simplicidade, clareza e objetividade, onde cada centavo do seu recurso está sendo aplicado.”

Evolução de MT

A avaliação revelou uma evolução no índice de Mato Grosso, que passou de 92,19% em 2022 para 95% em 2023, mesmo diante de critérios mais rigorosos de quantidade e qualidade de dados na análise atual. Em contrapartida, a média nacional entre os Poderes Executivos Estaduais atingiu 77,31%, neste ano. Os selos Diamante (95% a 100%), Ouro (85% a 94%) e Prata (75% a 84%) foram concedidos especificamente aos órgãos que superaram o índice de 75%.

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No levantamento, foram analisados 239 itens em 8.045 portais públicos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, dos Tribunais de Contas, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas, das três esferas de governo. Foram avaliados critérios como  acessibilidade, contratos, receita, despesas, diárias, folha de pagamento, gestão fiscal, Serviço de Informação ao Cidadão, informações institucionais e prioritárias. Somente 16,20% dos 8.045 portais avaliados foram classificados com selos Diamante, Ouro e Prata.

Em Mato Grosso, foram avaliados 288 portais de órgãos públicos. Destes, apenas 45 foram certificados com selos de qualidade. Além do Governo de Mato Grosso, foram agraciados com o selo Diamante apenas a Prefeitura de Ipiranga do Norte, o Tribunal de Contas de Mato Grosso, a Assembleia Legislativa e a Câmara Municipal de Terra Nova do Norte.

O Programa Nacional de Transparência Pública é uma iniciativa da Atricon em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU), o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), o Instituto Rui Barbosa (IRB), a Associação Brasileira de Tribunais de Contas de Municípios (Abracom), o Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) e do Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci).

 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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