Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governo já trabalha com empresa cronograma para a entrega das luminárias de LED

Publicados

MATO GROSSO


O Governo de Mato Grosso e a empresa Unicoba Energia já trabalham para apresentar nos próximos dias o cronograma para a entrega das luminárias de LED, que serão instaladas em todos os postes do Estado.

O objetivo do Governo é que à medida que os equipamentos sejam entregues, imediatamente os municípios façam a retirada, para que nada fique em estoque. As equipes da Secretaria de Infraestrutura e Logística e da empresa trabalham para que o processo possa ocorrer antes do prazo previsto no contrato.

“A luminária precisa chegar lá na ponta, estar no poste. Por isso, o trabalho da Sinfra e da empresa é para que na medida que forem recebendo os equipamentos, as prefeituras façam a retirada. Não queremos nada em estoque, porque quanto mais cedo chegar no município, é a garantia de segurança ao cidadão”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O contrato com a Unicoba Energia, vencedora de 3 dos quatro lotes da licitação para a compra das luminárias, foi assinado pelo governo nesta semana. Com isso, a empresa já está com a autorização para que proceda com o início dos trabalhos para a aquisição e entrega dos produtos.

Leia Também:  Sexta-feira (25): Mato Grosso registra 705.050 casos e 14.706 óbitos por Covid-19

A ação faz parte do programa “MT Iluminado” e vai permitir que todos os postes do Estado tenham iluminação de led, o que irá garantir mais segurança e durabilidade. De acordo com o CEO da empresa Unicoba, Eduardo Kim Park, a iluminação de LED, que foi adquirida pelo Estado para atender todos os municípios, é a tecnologia mais eficiente para iluminação pública de qualidade.

“O LED é um componente eletrônico que emite luz, uma evolução da tecnologia que representa uma realidade para o mundo e também para o Brasil. Com o MT Iluminado, isso vai estar disponível para todo Mato Grosso”, afirmou Kim Park.

O governador Mauro Mendes aponta que outra vantagem é a possível diminuição na taxa de iluminação pública que todos os cidadãos pagam mensalmente.

“Essa taxa é destinada a custear exclusivamente esse investimento, porque a prefeitura paga a conta da energia e gasta dinheiro para comprar lâmpada, trocar lâmpada, fazer as manutenções na rede. Se colocarmos uma lâmpada que vai durar cinco vezes mais, o custo de manutenção vai cair. Esse dinheiro que hoje é cobrado do cidadão, isso em tese vai poder ser cobrado menos no médio prazo”.

Leia Também:  Assis nega que Comando Geral da PM tenha dificultado investigações da Operação Simulacrum

Já o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho, afirma que as lâmpadas de LED são o que há de mais moderno atualmente e que essa tecnologia não deve ser superada nos próximos anos. “Não resta dúvida que isso vai atingir todos os cidadãos, que vai chegar na frente de todas as casas. Tenho certeza que é um dos maiores projetos do Governo do Estado”.

Ao todo, 136 municípios serão aderiram ao programa do governo, apenas cinco municípios, que já tem luminárias de LED, ou firmaram parceria com a concessionária de energia, não faz parte da ação.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

Publicados

em

Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

Leia Também:  Preso por dar golpe milionário, empresário de MS participou de ataque terroristas em Brasília

Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

Leia Também:  Assis nega que Comando Geral da PM tenha dificultado investigações da Operação Simulacrum

Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA