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Governo prepara revitalização de parques urbanos da Capital; Zé Bolo Flô receberá R$ 800 mil em investimentos

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), irá investir cerca de R$ 800 mil em melhorias para o Parque Estadual Zé Bolo Flô, localizado em Cuiabá. Os outros dois parques urbanos da cidade, de responsabilidade do órgão ambiental, Massairo Okamura e Mãe Bonifácia, também serão revitalizados para oferecer melhor estrutura à população.

Os recursos que financiarão as obras no Zé Bolo Flô são provenientes de Compensação Ambiental, por significativo impacto de um empreendimento licenciado pela Sema. 

Com a reforma, a novidade é que o parque terá o cercamento do entorno reforçado, e passará a ter entrada controlada, com o acesso fechado ao público no período noturno, assim como funciona atualmente o Parque Mãe Bonifácia.  

Haverá a revitalização das pistas de caminhada, a sinalização para facilitar o uso e atenção dos usuários às regras das unidades de conservação,  manutenção de pontes, e do cercamento que fecha o acesso ao local.

Já o Massairo Okamura, e Mãe Bonifácia, também passarão por revitalização, em parceria com a Secretaria de Estado de Infraestrutura. Conforme a Coordenadora e Unidades de Conservação, Sanny Saggin, será utilizada madeira apreendida em fiscalizações ambientais para os reparos necessários.

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“A utilização desta madeira apreendida é importante para dar uma destinação correta para este bem, que atenda melhor aos interesses da sociedade. Além da preservação do meio ambiente, os parques estaduais localizados na Capital são espaços de lazer importantes para a população”, explica a Coordenadora.

Além de áreas de lazer da sociedade cuiabana, os Parques Estaduais Massairo Okamura, Mãe Bonifácia e Zé Bolo Flô, representam, juntos, cerca de 197 hectares de área verde preservada do Bioma Cerrado em plena área urbana, geridos pela Sema-MT. 

Compensação ambiental 

Com base na legislação, empreendimentos com significativo impacto ambiental ficam obrigados a destinar um percentual mínimo do valor do empreendimento para a criação, ou gestão de unidades de conservação. O processo de compensação ambiental é previsto pelo artigo 36, da Lei 9.985/2000, que regulamenta o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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