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Governo trabalha para dobrar número de pontes de concreto em MT em 8 anos

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Em oito anos, o Governo de Mato Grosso pode dobrar o número de pontes de concreto existentes nas rodovias estaduais de Mato Grosso. A atual gestão estadual já entregou 197 pontes e trabalha para concluir mais 180 até 2026, elevando o número até 754. Em 2019, eram 377 pontes de concreto.

A informação foi dada pelo secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, durante participação no AgroFórum da BTG Pactual, nesta quinta-feira (23.05). . Ao lado do CEO da Rumo Logística, Pedro Palma, o secretário participou do painel “Expansão Logística do Agronegócio”, mediado pelo sócio do BTG, Lucas Marquiori.

“Desde 2019 nós executamos mais de 3.500 quilômetros de asfalto novo e construímos 197 pontes de concreto. Estamos interligando todas as cidades de Mato Grosso, levando infraestrutura para melhoria da logística de escoamento da produção de Mato Grosso, mas também para a qualidade de vida e direito de ir e vir da população”, disse.

O secretário afirmou que Mato Grosso tem a maior malha rodoviária do país, com quase 33 mil km de rodovias, e é o maior produtor agrícola do Brasil. Isso cria um desafio para a logística que o Estado precisa resolver. Ele lembrou que o crescimento agrícola mato-grossense é recente.

“Nós fomos divididos em 1977. Somos crianças perto da história desse país. Em 1977 não tinha milho, soja, algodão, não tínhamos nem asfalto ligando aos grandes centros. A única coisa que tínhamos era o fato de ser o centro da América do Sul. E ser o centro da América do Sul significa que nós ficamos longe de tudo. Hoje nós estamos com essa obrigação de levarmos infraestrutura para suprir essa potência de produção”, afirmou.

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Marcelo destacou outros investimentos que o Estado realiza, como R$ 2,5 bilhões em convênios com os municípios, a substituição de pequenas pontes de madeira por aduelas de concreto e a entrega de máquinas para que prefeituras, associações e consórcios façam a manutenção de rodovias não pavimentadas.

Além disso, há um grande investimento em novos corredores logísticos, como as MTs 140 e 130 que cortam o Estado de Norte a Sul e a MT-242, que faz a ligação entre o leste e o oeste. Todas essas obras criam a perspectiva de que Mato Grosso vai continuar crescendo nos próximos anos.

“Nós não tinhamos nada e hoje somos essa potência. Continuem acreditando em Mato Grosso, porque a determinação do nosso povo é grande. Temos muito potencial de crescimento e vamos crescer ainda mais”, concluiu.

Ferrovia

A melhoria na logística de Mato Grosso passa por uma maior oferta de ferrovias. Por isso, Mato Grosso trabalhou em uma ideia inovadora, para autorizar a implantação da primeira ferrovia estadual do país, construída totalmente com recursos privados.

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O CEO da Rumo Logística, empresa responsável pelas obras e pela operação da Ferrovia Estadual Vicente Vuolo, afirmou que as obras estão a todo vapor, com a empresa firme no propósito de cumprir todos os prazos acertados.

A Ferrovia terá mais de 700 quilômetros de extensão, partindo de Rondonópolis e chegando em Lucas do Rio Verde e Cuiabá.

Pedro Palma afirmou que o crescimento de Mato Grosso justifica os investimentos. Ele lembrou que o Terminal de Rondonópolis embarcava 12,5 milhões de toneladas de grãos por ano em 2014. Hoje, esse número dobrou e chega a 25 milhões de toneladas anuais.

Outro crescimento é no transporte de Etanol de Milho. Segundo o CEO da Rumo, se antes Mato Grosso recebia muito mais combustível do que enviava para o Centro de Operações de Paulínia-SP, hoje isso se inverteu, com o etanol de milho mato-grossense suprindo boa parte do mercado de combustível do sudeste brasileiro.

“Mato Grosso é um Estado que renova a visão de que o Brasil vai dar certo. Em Mato Grosso a gente entende porque quer continuar fazendo investimentos no país”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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