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Guarda: deputado eleito agiu para evitar apreensão de carro

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ANGÉLICA CALLEJAS

DA REDAÇÃO/ Mídia News 

O deputado estadual eleito e presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Fábio Tardin (PSB), foi acusado de usar sua influência para tentar evitar a apreensão de um veículo na manhã de quarta-feira (23), no Município.

Conforme o boletim de ocorrência, o guarda municipal Jocicleide Saraiva Dantas denunciou que estava patrulhando a Avenida Couto Magalhães quando viu um Volkswagen Gol estacionado em frente a uma guia rebaixada da calçada.

Após notificar o veículo, Jocicleide acionou o guincho. Quando o carro estava sendo removido do local, apareceu a empresária Rhuanna Morena Costa Antonio Sobrinho.

Segundo consta no B.O., ela teria tratado os funcionários públicos com arrogância, entrou no carro e acelerou para sair do local, momento em que passou com a roda do veículo em cima do pé do guarda. A reportagem apurou que ela não seria a proprietária do carro.

O boletim relata ainda que a empresária disse que ninguém iria remover o carro dali. E nesse momento teria começado a ligar para várias pessoas, entre elas Fábio Tardin. O guarda municipal afirmou que o futuro deputado enviou um de seus assessores, que se identificou como “Joãozinho”, para tentar a liberação do veículo.

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Diante disso, o subcomandante da Guarda Municipal, Alexander Ortiz, teve que intervir na situação e determinou que fosse dada continuidade ao guinchamento.

Porém, na tarde do mesmo dia, Rhuanna foi até a sede da Guarda Municipal, pois “queria fazer um acordo com o comunicante (Jocicleide), senão iria para a Corregedoria representá-lo por abuso de autoridade e agressão”.

Conforme o boletim, o guarda disse à empresária que agiu cumprindo o dever legal, sendo amparado pelo Código de Trânsito Brasileiro.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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