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CUIABÁ

ESTAVA FORAGIDO

Homem condenado e de alta periculosidade é preso em blitz lei seca

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MATO GROSSO

Um procurado pela Justiça do Estado do Maranhão foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, no sábado (24.06), em ação da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

O foragido de 32 anos vinha sendo procurado pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Polinter), e foi preso ao ser parado na Operação da Lei Seca, realizada no bairro Grande Terceiro, em Cuiabá.

O condenado dirigia um veículo Toyota Corolla, e durante abordagem foi feita a checagem do condutor e constatada a ordem de prisão em aberta.

O homem teve o mandado de prisão decretado recentemente, no dia 15 de junho, pela 2ª Vara Criminal da Comarca da Ilha de São Luís (MA), por sentença condenatória pela prática do crime de roubo majorado com emprego de arma de fogo.

Diante dos fatos, o motorista do automóvel foi detido e conduzido até a Polinter para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado para audiência de custódia no Fórum da Capital.

Em razão do histórico criminal, a Justiça determinou encaminhamento do preso para unidade prisional de segurança máxima, em Cuiabá, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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Envolvimento em crimes

Conforme informações da Polinter, o preso integra grupo criminoso que atua dentro e fora dos presídios, bem como é apontado como sendo um dos líderes da alta cúpula da organização.

O mesmo passou a ser investigado pelo Setor de Inteligência, por sua participação como membro do “conselho fiscal” da organização criminosa.

Ele foi um dos alvos na Operação “Contra Senha”, deflagrada pela Polícia Civil, visando a repressão a roubos e furtos a caixas eletrônicos e instituições financeiras, ocorridos entre os anos de 2010 e 2011, em várias cidades de Mato Grosso e fora do Estado.

Além da prisão em caráter definitiva em sentença penal, definida pela 2ª Vara Criminal da Comarca da Ilha de São Luís, por roubo majorado com emprego de arma de fogo, o indivíduo também possui condenações pelo juízo do Estado de Mato Grosso, pela prática de crimes contra o patrimônio.

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MATO GROSSO

Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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