Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Homem é sequestrado, pula de veículo em movimento e acaba atropelado em Sorriso; família transferiu R$ 12 mil

Publicados

MATO GROSSO

O morador de Tangará da Serra (437 quilômetros de Sorriso) de 50 anos, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado até a Unidade de Pronto Atendimento, após ser atropelado ao pular de um carro em movimento, para fugir de ladrões que tentaram sequestrá-lo. Eles extorquiram a família, exigindo transferências na modalidade PIX, deixando prejuízo de aproximadamente R$ 12 mil. O carro da vítima, um Renault Sandero branco também foi levado pelos criminosos, mas foi encontrado abandonado no Jardim Botânico, aberto e sem chaves. O proprietário foi até o local acompanhado pela Polícia Militar, que liberou o veículo.

De acordo com o soldado José Antônio, da Polícia Militar, o homem relatou ter visto anúncio sobre venda de um caminhão a um preço acessível e combinou de se encontrar com o dono do suposto veículo. “Ele chegou em frente do local combinado e esperou alguns minutos, quando foi surpreendido por três rapazes, todos encapuzados e com armas em punho. Então, falaram que não se tratava da venda de veículo e sim um roubo. Colocaram ele dentro do carro e seguiram”, explicou.

Leia Também:  China recebe Fávaro e autoriza importações de carne brasileira

“Eles começaram a exigir dinheiro dele, e a vítima dizendo que não tinha PIX. Em certo momento, alguém pegou a direção do Sandero dele e disse para ele ligar para os parentes para eles realizarem PIX para algumas contas. Induzido por estes suspeitos, ligou para familiares dele que fizeram algumas transferências”.

“Eles ficaram rodando pela cidade com ele dentro do carro exigindo dinheiro e ele dizendo que não tinha mais. Em certo ponto, passaram na avenida Claudino Francio, pelo Jardim Carolina, tinha alguns buracos na estrada, passaram meio devagar. Então, ele conseguiu pular do veículo, mas nesse momento vinha uma moto atrás e o atropelou”, concluiu o soldado.

As equipes realizaram buscas, mas os criminosos não foram localizados até o momento.

Só Notícias/Ana Dhein com Lucas Torres, de Sorriso (atualizada 10h56 – foto: Só Notícias/Lucas Torres)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Em MT, mais de 4 mil crianças e adolescentes voltam às salas de aula com trabalho de busca ativa

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA