MATO GROSSO
Hospital e maternidade de Rondonópolis passa a atender servidores estaduais pelo MT Saúde
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Com o credenciamento do hospital, que será a principal referência da região, serão beneficiados cerca de 10 mil servidores, entre ativos e inativos, que moram no sudeste do Estado. Os atendimentos já começaram a ser realizados a partir desta segunda-feira.
“O novo parceiro credenciado é parte da estratégia de interiorização do Mato Grosso Saúde, visando garantir mais opções de atendimento aos servidores públicos e seus dependentes que moram em Rondonópolis e região”, explicou a presidente do MTSaúde, Misma Thalita dos Anjos.
Além de Rondonópolis, outras sete cidades da região também serão beneficiadas com esse credenciamento. São elas: Pedra Preta, Jaciara, Juscimeira, São Pedro da Cipa, Itiquira, Dom Aquino, São José do Povo.
O vice-presidente da Americas Health, grupo que administra o Hospital Geral MaterClin, Renato Almeida, ressaltou a importância da parceria e destacou a infraestrutura que passa a estar à disposição dos servidores estaduais.
“Damos início à parceria entre o HG Materclin e o MT Saúde na certeza de levar ao servidor de Rondonópolis e região a nossa experiência naquilo que temos feito ao longo de 30 anos de trabalho intenso, que é estar presente no cuidado com pessoas, com vidas, com famílias que passam a contar com nossos serviços e o nosso compromisso. Sinto-me muito feliz com mais essa oportunidade de poder entregar o melhor de nós”, afirmou.
Materclin
Com mais de 30 anos de atuação, o HG Materclin tem foco em cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia, vascular e ainda realiza atendimentos em urologia, proctologia e outras por meio de agendamento cirúrgico prévio.
Ao todo, o hospital conta com 39 leitos, sendo 29 enfermarias e 10 apartamentos; pronto atendimento, 2 leitos de emergência, 3 salas de centro cirúrgico, 1 leito semi-intensivo e pronto-atendimento 24 horas com clínico geral, pediatra e várias outras especialidades.
A unidade também conta com Serviço Auxiliar Diagnóstico e Terapia (SADT) como raio x, eletrocardiograma e exames laboratoriais.
Sobre o MT Saúde
Atualmente o convenio conta com cerca de 450 prestadores de serviços, entre hospitais, clinicas, laboratórios e médicos de diversas especialidades, com um amplo rol de cobertura assistencial e mensalidades com valores abaixo da média de mercado, além de ofertar teleconsulta e pronto atendimento digital 24 horas.
Fonte: Governo MT – MT
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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.
A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.
No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.
Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.