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Hospital Metropolitano ampliou número de leitos em 261% e realizou 66,5 mil atendimentos em quatro anos

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Em quatro anos, o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, ampliou o número de leitos em 261%. O incremento possibilitou a realização de 66,5 mil atendimentos, entre cirurgias, procedimentos hospitalares e internações. A unidade de saúde é gerida pelo Governo de Mato Grosso e atua como referência em diversas especialidades, como ortopedia, bariátrica e cirurgia geral.

“O Hospital Metropolitano é referência para os 141 municípios do Estado no atendimento de alta complexidade, além dos atendimentos ambulatoriais. Ao longo dos anos, a unidade foi modernizada e ampliada para receber toda a população que precisa dos serviços disponíveis no local”, disse o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A unidade recebeu a maior adequação do Estado, até o momento, e a mais rápida – finalizada em apenas 45 dias em 2020. As melhorias somam um aporte financeiro em estrutura física de R$ 24,2 milhões, que possibilitou um grande incremento na quantidade de leitos: a unidade saiu de 80 leitos disponíveis em 2019 para 289 em 2023.

O aumento de leitos proporcionou mais qualidade e capacidade de atendimento. Dos 66,5 mil atendimentos realizados entre 2019 e 2023, um total de 51.764 correspondem a atendimentos e procedimentos ambulatoriais, 11.786 são internação, 4.934 são cirurgias eletivas e de urgência.

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Além desses atendimentos, houve ainda neste período a realização de 1.835.192 Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) ofertados aos pacientes que precisaram fazer exames laboratoriais e de imagem no hospital.

A secretária adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Dobes, avalia positivamente a produção do hospital e destaca o empenho dos servidores na oferta do serviço aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). “Contamos com a dedicação de profissionais altamente qualificados que atuam diuturnamente para oferecer um serviço moderno, de qualidade e humanizado aos pacientes da unidade de saúde”, diz Caroline.

A diretora do hospital, Cristiane de Oliveira, lembra que em 2020 e 2021 os leitos da unidade eram 100% direcionados para pacientes em tratamento da Covid-19. “Nesse período, suspendemos os demais atendimentos e nos tornamos referência no tratamento do coronavírus. Após diminuição dos casos graves da doença, retornamos ao fluxo normal de atendimento do hospital e hoje atuamos em diversas frentes, além da Covid-19”, explica a gestora.

Atualmente, a unidade de saúde dispõe de 218 leitos de enfermaria, 60 leitos de UTI e 11 leitos de estabilização. A diretora ressalta que o local é referência nas áreas de cirurgia bariátrica, cirurgia geral,medicina intensiva, neurocirurgia, neurologia, ortopedia e traumatologia, urologia e cirurgia vascular, além de ofertar internamente as especialidades de anestesiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, endocrinologia exames de imagens e laboratoriais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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