MATO GROSSO
Idoso passa mão em mulher na frente do namorado em MT
MATO GROSSO
Um idoso, de 62 anos, foi preso por importunar sexualmente uma mulher de 31 anos. Ele tentou beijá-la à força e passou as mãos em suas partes íntimas. O caso foi registrado na noite de sábado (16), no bairro Sagrada Família, em Rondonópolis (216 km de Cuiabá).
Conforme o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar estava em patrulhamento pela avenida Governador Júlio Campos e quando passaram por um bar, foi acionada pela vítima, relatando ter sido importunada sexualmente. À Polícia, a mulher relatou que que estava com o namorado, no estabelecimento comercial, quando a dupla encontrou o suspeito, que se juntou a eles.
Porém, o idoso, em visível estado de embriaguez, começou a insistir para que a vítima o beijasse e tentava passar a mão no corpo dela. Mesmo com a negativa, o suspeito insistia em cortejar a moça e utilizava argumentos espirituais para cometer o abuso.
Em seguida, foi mais incisivo na investida e puxou a mulher pelos cabelos e tocou em suas partes íntimas. Na sequência, fugiu do local.
Quando a vítima estava sendo atendida pelas autoridades, o suspeito retornou ao bar e após tomar conhecimento das acusações, começou a chamar a mulher de “vagabunda”. Dessa forma, ele foi detido e encaminhado à delegacia da Polícia Civil para adoção de medidas cabíveis.
Autor: Folha Max, Sabrina Ventresqui – Foto: Ilustrativa
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0