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Indea leva a estudantes orientações sobre importância das práticas sanitárias na produção de alimentos

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O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) está percorrendo escolas estaduais e municipais com o projeto ‘Do Campo ao Prato’, que tem como proposta apresentar aos alunos com idades entre 7 a 12 anos as etapas de produção e as práticas sanitárias que os alimentos passam ao sair do campo para o prato.

Participam do projeto fiscais, médicos veterinários e agrônomos, agentes fiscais de defesa agropecuária do órgão. Por meio de palestras com uso de materiais metodológicos e educativos, os alunos têm tido a oportunidade de aprender sobre os principais desafios enfrentados na garantia da segurança alimentar.

“Essa compreensão ajuda a promover não apenas a saúde individual, mas também a sustentabilidade ambiental e a valorização da agricultura local”, explica a presidente do Indea, Emanuele de Almeida.

Nas apresentações são utilizadas maquetes com temática rural, bem como embalagens de produtos alimentícios produzidos localmente, como manteiga, queijo, ovos e leite.

Todos os materiais apresentados e as cartilhas de educação sanitária foram desenvolvidos pelos profissionais do Indea com o propósito de ser o mais próximo da vivência escolar.

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“Acreditamos que ao levar informações aos alunos sobre a necessidade de se haver boas práticas sanitárias, ajudamos a formar cidadãos mais atentos a isso e propagar a necessidade de haver os hábitos higiênicos relevantes à conservação da saúde e do bem-estar”, acrescenta a presidente do Indea.

Ao final do projeto, haverá concurso para as escolas participantes e os alunos. O estudante com a melhor redação sobre a palestra ganhará um tablet e a escola onde ele estuda, um projetor multimídia com conexão de internet.

Esses prêmios foram viabilizados pela parceria com Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança do Leite de Mato Grosso (FQPSLEITE). Todos os alunos que participam da palestra ganham uma garrafa customizada pelo Fundo.

“O Fundo apoiou porque vê nesse trabalho uma ação importante para as futuras gerações e enxerga nesse projeto formas de propagar a importância das práticas sanitárias de produção dos produtos primários do campo com qualidade. Temos a intenção de dar continuidade e criar novos projetos para que a garotada que aí está seja no futuro fontes criativas que façam avançar novas ou melhores tecnologias na área de segurança alimentar”, afirma o presidente do FQPSLEITE, Antônio Carlos Dourado.

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*Com supervisão Luciana Cury

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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