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Irmãos são presos em flagrante transportando 25 tabletes de cocaína na MT-246

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Dois irmãos, de 19 e 35 anos, foram presos, na tarde desta terça-feira (16.07), com 25 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, na MT-246, município de Rosário Oeste (104 km de Cuiabá). Na ação, policiais militares do 7º Batalhão, 12ª Companhia Independente e o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam um Fiat Strada e uma caminhonete Toyota Hilux.

De acordo com boletim de ocorrência, as equipes receberam informações de que os dois condutores estariam circulando pela rodovia, sentido ao município de Jangada, com grande quantidade de entorpecentes.

Após a denúncia, as equipes intensificaram o policiamento na região, próximo à praça de pedágio, momento em que identificaram aproximação dos carros.

Durante abordagem, os suspeitos ficaram nervosos e deram informações controversas sobre o deslocamento na rodovia. As equipes identificaram que ambos são irmãos.

O condutor do Fiat Strada confessou que estaria transportando grande quantidade de drogas, escondidas no protetor da caçamba.

Os suspeitos e todo produto ilícito foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

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Combate ao tráfico

A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem de 34 anos por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta terça-feira (16.07), em Barra do Bugres. Com o suspeito, foram apreendidos tabletes de pasta base, cloridrato de cocaína e maconha.

Diante da denúncia recebida, os policiais montaram barreiras pela rodovia MT-343 e localizaram o veículo no trevo da cidade que dá acesso ao município de Porto Estrela. Ao abordarem o carro, o suspeito confessou que estava levando entorpecentes no interior do veículo.

De acordo com o boletim de ocorrência, os militares da 12ª Cia de PM receberam informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre um Renault Sandero que vinha da cidade de Cáceres e que estava transportando grande quantidade de drogas.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

Leia Também:  VÍDEO: Um homem descontrolado que ameaçava promover um "Quebra-Quebra" dentro do "Ganha Tempo" de Cáceres, foi contido por funcionários. A polícia foi chamada e o cidadão foi encaminhado à delegacia. A identidade dele e os motivos da crise de nervos não foram revelados.

O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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