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Itaipava lidera conversas e é a marca mais falada durante o Carnaval 2025

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A cerveja Itaipava se consagrou como a marca mais falada dentre as cervejas no Carnaval 2025. Amparada em ações inéditas criadas exclusivamente para a folia, a cerveja do Grupo Petrópolis reafirmou sua força e conexão com o público e somou um total de 8.330 menções nas plataformas Twitter/X, Facebook, Instagram, portais de notícias e blogs, liderando o volume de conversas no segmento. Os dados de monitoramento são da plataforma Stilingue, mapeando as métricas da campanha no período de 15 de janeiro de 2025 a 05 de março de 2025.

 

A metodologia analisou as menções em mar aberto oito marcas de cerveja, entre elas Itaipava, Brahma, Amstel, Heineken e Corona, abrangendo as plataformas e veículos citados acima. Foram consideradas menções que incluíssem o nome da marca ou seu perfil oficial, combinados com palavras-chave relacionadas ao Carnaval, além de hashtags oficiais das marcas e eventos patrocinados.

O desempenho se deve, principalmente, a uma estratégia de conteúdo 360°, criada pela equipe de Itaipava em parceria com a WMcCANN, que reforçou a presença ativa de influenciadores nas redes e ampliaram a visibilidade da Itaipava no digital. Dentre os temas de destaque em mar aberto estiveram as ações com fãs clubes do squad da marca, como Ivete Sangalo e Álvaro Xaro, somados ao patrocínio da marca ao Bloco Coruja, da cantora e embaixadora, que somou 689 mil visualizações nos conteúdos publicados no Instagram. As conversas também incluíram experiência de consumo de Itaipava no bloco e nos Camarotes e eventos patrocinados pela marca durante o carnaval.

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O Gole Gole, copo térmico e inderramável criado pela marca para garantir que o folião não perca nenhum gole de sua cerveja no meio da festa, dominou o interesse nos canais proprietários da marca. O copo produzido por impressão 3D de alta precisão e tecnologia giroscópica rodou os carnavais de Olinda e Salvador nas mãos de influenciadores.
Já o TikTok foi o canal que se manteve como o mais engajado da marca em posts proprietários. Na plataforma, parcerias como a ativação com Thaynara OG também renderam resultados positivos com mais de 2 milhões de views.

“Estamos muito felizes com os resultados durante o Carnaval. O engajamento do público com a nossa marca demonstra uma estratégia digital assertiva e a importância dos influenciadores na amplificação da mensagem. A Itaipava tem no Carnaval um momento estratégico, e conseguimos reforçar ainda mais essa conexão autêntica com os consumidores”, destaca Diego Santelices, head de comunicação e mídia do Grupo Petrópolis.

Ações da marca
Além das ações digitais, a Itaipava reforçou sua presença no Carnaval patrocinando eventos icônicos pelo país, como o Olinda Beer (PE), os Camarotes Villa e Planeta Band e o Bloco Coruja (BA), o Oba Festival (SP) e a transmissão do SBT Folia. No Camarote Villa, um dos mais prestigiados do circuito Barra-Ondina em Salvador, a marca contou com um estúdio exclusivo onde eram produzidos conteúdos em tempo real. Nesse espaço, influenciadores como Adriane Galisteu, Álvaro, Thaynara OG e Carol Peixinho, entre outros, e veículos como TikTok, UOL e Sua Música produziram conteúdos, transmissões, interações e dinâmicas conectando quem está na folia e quem acompanha à distância.

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Para o Carnaval 2025, a Itaipava trouxe inovações em sua estratégia. Além do copo inderramável Gole Gole, a campanha criada pela WMcCann com o mote “A sede de folia pede. Itaipava” resgatou o icônico cooler da Itaipava apresentado na campanha de Verão e levou o espírito da folia para Salvador com um filme estrelado por Ivete Sangalo. A marca também apostou em uma collab inédita com a Avon, unindo duas paixões do público: a Itaipava e o batom conhecido por sua durabilidade de 16 horas sem borrar.

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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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