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Jovem de 29 anos sai de bar para urinar e é morto a tiros por suspeitos de moto

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Jovem de 29 anos, identificado como Arão Ribeiro da Silva, morreu após ser alvejado por disparos perto de um bar em Rondonópolis (a 214 km de Cuiabá), na madrugada deste sábado (6). Ele estava acompanhado por um amigo, de 24, que também foi vítima dos tiros. Os dois estavam no bar e foram até a esquina para urinar, quando foram surpreendidos por dois suspeitos em uma moto preta. 

De acordo com boletim de ocorrência, os policiais militares encontraram Arão caído no chão e com várias marcas de perfuração de tiro pelo corpo. Já a outra vítima foi baleada no abdômen e conseguiu correr de volta para dentro do bar. 

O local do crime foi isolado e testemunhas explicaram aos policiais que as vítimas saíram do bar para urinar. Os suspeitos teriam disparado várias vezes. 

O Samu foi acionado e constatou a morte de Arão ainda no local. Já a segunda vítima foi socorrida e levada para uma unidade de saúde, onde permanece internada, mas não corre risco de morte. 

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Os suspeitos ainda não foram identificados. A Polícia Civil vai investigar o caso. 

 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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