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Juca cobra a instalação de câmeras de segurança e da Delegacia da Mulher em Chapada

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Representantes do Conselho Comunitário de Segurança de Chapada dos Guimarães (Conseg) e o vereador Dudu Luciano Augusto estiveram no gabinete do deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) pedindo apoio para implantação do programa Vigia Mais MT em Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia e Planalto da Serra.

O programa idealizado pelo governo estadual e foi criado  através da Lei nº 11.766. A ação prevê o acesso e a captação de imagens de vigilância e segurança eletrônica, pertencentes a entes públicos ou privados, através da plataforma operacional.

Além disso, eles pediram a Juca ajuda para implantação da Delegacia da Mulher.

O deputado disse que vai encaminhar as solicitações ao governo e vai cobrar que o programa e a delegacia seja implementado na região, assim colaborando na segurança da população. 

“Vamos levar pessoalmente essas demandas que são de suma importância. Essas câmeras de segurança, com certeza, vai fazer a diferença para esses municípios. Podem contar com o deputado Juca, vamos levar pessoalmente ao secretário de Segurança Pública para que possa atender aos municípios”, destacou.

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Fonte: Política MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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