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Lei Seca em Cuiabá e Barra do Garças prende 27 motoristas por embriaguez ao volante

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Duas edições da Operação Lei Seca foram realizadas na madrugada deste sábado (26.02), resultando na prisão de 27 motoristas por embriaguez ao volante. Em Cuiabá, a ação ocorreu na Avenida Isaac Póvoas, levando 22 pessoas à prisão. Já em Barra do Garças, que realizou sua primeira edição, cinco pessoas foram presas.

Em Cuiabá, a ação aplicou 74 testes de alcoolemia, fiscalizando um total de 68 veículos. Também foram lavradas 63 autuações, sendo 29 por conduzir veículo sob influência de álcool, 11 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 10 por recusa ao teste de alcoolemia, entre outras.

Também foram lavrados cinco termos circunstanciados de ocorrência (TCO) para condutores que dirigiam sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Inclusive, a edição recolheu 23 CNHs e um Comprovante de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).

Dos 68 veículos fiscalizados, 42 foram recolhidos por irregularidades, sendo 40 carros e duas motocicletas.

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e nesta edição contou com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Polícia Penal e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

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Barra do Garças recebeu sua primeira Lei Seca na madrugada deste sábado, resultando nas cinco prisões por embriaguez. O município recebeu na sexta-feira (25.02), a capacitação da equipe do GGI/Sesp antes das atividades em campo.

O local escolhido para a primeira edição foi o Porto do Baé. Na ocasião, 50 veículos foram fiscalizados e 50 testes de alcoolemia foram aplicados. Das 21 autuações, 10 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, oito por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, duas por recusa ao teste de alcoolemia e uma por outros motivos.

Dos veículos fiscalizados, 12 foram removidos por irregularidades, sendo 10 carros e duas motocicletas. Também foram recolhidos 11 documentos, sendo nove CNHs e dois CRLVs.

Além da presença do GGI/Sesp, a edição contou com a participação do BPMTran, além dos policiais militares do 2º BPM e do 5º Comando Regional, da Polícia Civil, por meio da Deletran e do Detran e do 3º Ciretran local.

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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