MATO GROSSO
Madrinha dos povos originários, primeira-dama de MT entrega nova unidade escolar indígena em General Carneiro
MATO GROSSO
Virginia Mendes foi responsável por articular na Seduc a reforma completa da unidade, através do programa SER Família Indígena. A escola foi 100% revitalizada e equipada com tecnologia e mobiliário completo.
O investimento foi de R$ 4,2 milhões do Governo do Estado. Atualmente, a escola conta com 131 alunos matriculados.
Na inauguração, Virginia Mendes foi recebida na aldeia Meruri pelo cacique Osmar Aroenoguaijiwu e sua esposa, Elitânia Leandro Araru Ekureudo; pelo prefeito de General Carneiro, Marcelo Aquino, acompanhado da primeira-dama Ana Flávia Aquino, pelos alunos, moradores da comunidade e outras autoridades que participaram da cerimônia.![]()
Primeira-dama Virginia Mendes articulou reforma da unidade – Foto: Jâna Pessoa/Unaf
A primeira-dama Virginia Mendes contou que, quando conheceu a unidade, ficou inquieta com as condições.
“Quando o padre Andelson me trouxe para ver como estava esta escola, imediatamente entrei em contato com o secretário Alan e ele prontamente nos atendeu, colocando sua equipe de projeto para agilizar, e não demorou muito até que a obra começasse”, afirmou.
“Estou muito feliz com esta entrega. As crianças e os adolescentes merecem esse espaço. Tenho certeza de que eles terão mais disposição para estudar, porque agora têm muito mais motivação”, ratificou a primeira-dama do Estado.
Virginia Mendes também foi recepcionada por três padres: o 19º inspetor e presidente da Missão Salesiana de MT, padre Ricardo Carlos; o padre Salesiano Andelson Dias e o padre responsável pela missão na aldeia Meruri, Ângelo César.
O inspetor, padre Ricardo Carlos, agradeceu pela entrega da nova escola e falou do amor que a primeira-dama Virginia Mendes dedica às causas dos povos indígenas.
“Primeira-dama Virginia Mendes, obrigado por esse presente, e se tem algo mais expressivo que o amor é a educação. A senhora dedica a esta causa com amor, por meio da fé se recuperou e tem se doado às causas dos povos indígenas e por todas as pessoas que precisam. Se queremos o bem das pessoas, precisamos oferecer educação”, disse o padre Ricardo Carlos.
Durante nove anos, o padre salesiano Andelson Dias se dedicou à missão indígena na aldeia Meruri. Atualmente, ele está em Campo Grande (MS) e fez questão de estar na entrega da nova unidade escolar.
“Meu coração está transbordando de alegria e quero agradecer a Deus, porque Ele é muito bom e ama os povos indígenas. Minha gratidão à nossa querida primeira-dama Virginia Mendes. Nós sabemos de todas as suas lutas com a sua saúde, e mesmo assim a senhora continua de pé com toda fé, servindo os povos originários. A senhora disse que aqui seria a escola mais bonita, e a promessa foi entregue para esta comunidade, uma das escolas mais lindas do nosso Estado”, destacou o padre.![]()
Escola atende mais de 130 estudantes – Foto: Jâna Pessoa/Unaf
A missão salesiana na aldeia Meruri é dirigida pelo missionário padre Ângelo César Cenerino. Ele destacou a data como um dia histórico. “Esse dia vai ficar marcado na história de Meruri. Esta é uma escola que pode ser considerada modelo para todo o estado e que demonstra o carinho que este Governo tem para com o povo indígena. Dona Virginia, gratidão por ser uma madrinha presente na vida dos povos indígenas”, agradeceu o padre.
Alan Porto ressaltou a dedicação e a missão que a primeira-dama de Mato Grosso e o governador Mauro Mendes receberam ao se dedicarem ao Estado.
“Hoje é um dia de celebração. Dona Virginia, a senhora e o governador Mauro Mendes receberam a missão de serem luz e sal para essa terra. A senhora, como madrinha dos povos indígenas, trouxe luz para o ambiente que estava escuro, desassistido pelo poder público, mas a senhora se colocou totalmente à disposição, e nós estamos vendo os resultados”, destacou o secretário de Educação do Estado.![]()
Área de lazer da nova unidade – Foto: Jâna Pessoa/Unaf
Para o prefeito Marcelo Aquino, a primeira-dama Virginia Mendes pode ser considerada mãe dos povos originários. “A dona Virginia é mais que uma madrinha, ela é mãe dos povos indígenas de Mato Grosso, um exemplo para todo o país. Há 70 anos, meu pai estudou nesta escola, ver o que ela se tornou é motivo de muito orgulho. A nossa gestão tem muitos motivos para agradecer por tudo o que o governador Mauro Mendes e a senhora têm se dedicado à nossa região”, reconheceu o prefeito.
Representando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Max Russi pontuou o investimento do Governo do Estado na educação, com o olhar atento da primeira-dama Virginia Mendes.
“Este Governo tem mostrado que é possível fazer mais e melhor, a estrutura desta escola tem o mesmo investimento que uma escola da capital, com uma estrutura física atraente. Nós temos a felicidade de ter uma primeira-dama de Estado que gosta dos povos indígenas, nós nunca tivemos isso em Mato Grosso”, declarou o parlamentar.
“Estamos felizes com a presença da nossa madrinha. Hoje é um momento para os nossos alunos comemorarem, porque temos a estrutura que sonhamos e que vai alavancar ainda mais o ensino para aqueles alunos que sonham em entrar em uma faculdade”, pontuou o cacique geral, Osmar Aroenoguaijiwu.
Além da cerimônia de entrega da unidade escolar indígena, a comunidade também recebeu ações do programa SER Família Indígena com as entregas de 200 cestas de alimentos; 200 kits de higiene e limpeza; 200 bolas e 200 kits de doces para as crianças.
Participaram do evento a secretária de Estado de Assistência e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho; o prefeito de Barra do Garças, Adilson Gonçalves, e a primeira-dama Leila Batista; a primeira-dama de Pontal do Araguaia, Adriana Lopo; o comandante do 2º Batalhão, tenente-coronel Arides; o secretário-adjunto de Infraestrutura da Seduc, Rafael Pereira; o superintendente de Assuntos Indígenas da Setasc, Agnaldo Santos; a diretora da unidade escolar da aldeia, Adelina Ikuietaga; o representante do Conselho Indígena de Mato Grosso, Lauro Lopes Leandro Pariko; vereadores e secretários municipais.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Dia Internacional da Cerveja: conheça o que diferencia estilos como Pilsen, IPA, Weiss e Ultra
Celebrado na primeira sexta-feira de agosto, o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade não só para brindar, mas também para conhecer mais sobre a história e características de uma das bebidas mais apreciadas do mundo. Muito além da preferência por uma marca, o universo cervejeiro reúne diferentes famílias, estilos, processos de produção e características sensoriais que influenciam diretamente a experiência de consumo.
O interesse do brasileiro pelo universo cervejeiro cresceu nos últimos anos, impulsionando a busca por informações sobre diferentes estilos e formas de consumo. Embora nomes como Pilsen, Lager, IPA, Weiss e Ultra façam parte do vocabulário de muitos brasileiros, ainda há dúvidas sobre o que realmente diferencia cada um deles. Fermentação, intensidade dos aromas, corpo, amargor e até origem dos estilos ajudam a explicar por que cada cerveja oferece uma experiência diferente.
“Hoje o brasileiro quer conhecer mais sobre aquilo que consome. Entender por que uma cerveja tem determinado aroma, o que muda entre uma Pilsen e uma IPA ou descobrir como a fermentação influencia o resultado final e torna a experiência muito mais interessante. Não existe um estilo melhor que outro, sempre tem aquele que combina mais com o gosto do consumidor e com cada ocasião”, comenta Ana Paula Nicolino, especialista em análise sensorial do Grupo Petrópolis.
Lager, Ale… afinal, qual é a diferença?
Antes de conhecer os principais estilos, vale entender que grande parte das cervejas comerciais são classificadas em duas grandes famílias: Lager e Ale.
A principal diferença entre elas está na fermentação. As cervejas Lager utilizam leveduras que trabalham em temperaturas mais baixas, em um processo conhecido como baixa fermentação, que resulta em bebidas normalmente mais leves, refrescantes e de sabor equilibrado.
Já as cervejas Ale utilizam o processo de alta fermentação, realizada em temperaturas mais elevadas. Esse processo favorece a formação de aromas mais intensos e perfis sensoriais mais complexos.
Dentro dessas famílias surgem os diversos estilos conhecidos pelo consumidor, como Pilsen, IPA e Weiss.
American Lager: o estilo que muitos brasileiros chamam de Pilsen
No Brasil, é comum que cervejas do estilo American Lager sejam chamadas popularmente de “Pilsen”. Apesar da associação, os dois estilos não são exatamente iguais. A American Lager tornou-se o estilo mais consumido no mundo, representando mais de 90% de toda a produção global de cerveja.
Sua principal característica é o equilíbrio entre refrescância, leve amargor e notas suaves de malte, tornando-a extremamente versátil. Por apresentar um perfil leve, costuma acompanhar bem pizzas, hambúrgueres, sanduíches, petiscos, carnes brancas e frutos do mar, sem se sobrepor aos sabores dos alimentos.
A verdadeira Pilsen (em português, Pils em alemão) tem sua origem na República Tcheca no século XIX. Reconhecida pela alta lupulagem, que lhe confere um amargor acentuado, a cerveja pilsen ganhou notoriedade por ser, à época, uma cerveja clara.
Puro Malte: mais destaque para o malte
Embora “Puro Malte” não seja um estilo de cerveja, mas uma classificação relacionada aos ingredientes utilizados na produção, o termo se tornou bastante conhecido entre os consumidores brasileiros.
Produzidas exclusivamente com malte de cevada, água, lúpulo e levedura, as cervejas Puro Malte costumam apresentar maior percepção do sabor do malte, corpo equilibrado e aromas mais evidentes.
São opções versáteis para diferentes ocasiões de consumo e costumam acompanhar carnes grelhadas, massas e queijos leves.
IPA: personalidade marcada pelo lúpulo
Um dos estilos que mais cresceram em popularidade nos últimos anos é a India Pale Ale (IPA), pertencente à família Ale. Segundo O Guia Oxford da Cerveja, de Garrett Oliver, ela surgiu por problemas logísticos no século 19. Os colonizadores britânicos tinham as cervejas estragadas ao longo de suas viagens à Índia, então encontraram a solução de colocar uma concentração maior de lúpulo, que age como conservante natural e dá mais amargor, e de álcool, para que a bebida suportasse as longas viagens marítimas sem perder qualidade.
Seu diferencial está na maior presença do lúpulo, ingrediente responsável por aromas cítricos, florais e frutados, além de um amargor mais pronunciado quando comparado às Lagers tradicionais.
Consumidores que apreciam sabores mais intensos costumam encontrar na IPA uma excelente opção para momentos de degustação ou refeições de sabor marcante, como hambúrgueres artesanais e carnes grelhadas.
Weiss: tradição das cervejas de trigo
Outro representante da família Ale é a Weissbier, tradicional cerveja de trigo originária da Alemanha.
Elaborada com significativa proporção de trigo em sua composição, ela apresenta espuma abundante, textura cremosa e aromas que remetem a banana e cravo, características aromáticas produzidas durante a fermentação e sem adição desses ingredientes.
Por seu perfil delicado e refrescante, combina especialmente com peixes, frutos do mar, saladas e carnes brancas.
Ultra: leveza para diferentes momentos
As cervejas da categoria Ultra ganharam espaço no mercado ao atender consumidores que procuram bebidas mais leves, sem abrir mão da qualidade e do sabor. Em geral, as cervejas Ultra se apresentam com menor teor alcóolico e menos calorias, acompanhando uma tendência mundial de diversificação das opções disponíveis e alinhadas ao movimento de busca por escolhas mais leves.
O Grupo Petrópolis passou a atuar nesse segmento com o lançamento da Petra Ultra, cerveja puro malte, apenas 67 calorias na lata de 269 ml. Desenvolvida para acompanhar as novas preferências do consumidor brasileiro, ela combina leveza, refrescância e sabor, mantendo as características esperadas de uma cerveja premium.
Seu perfil harmoniza naturalmente com saladas, peixes, grelhados e carnes brancas.
Zero álcool: novas possibilidades para apreciar uma boa cerveja
Nos últimos anos, a categoria de cervejas zero álcool deixou de atender apenas consumidores com restrições ao consumo de bebidas alcoólicas e passou a conquistar espaço entre pessoas que desejam ampliar as ocasiões de consumo, seja antes de dirigir, na prática de atividades físicas ou em encontros sociais. Olhando para os números do mercado, as cervejas zero cresceram cerca de 13% em volume em 2025 no Brasil.
A evolução tecnológica permitiu que as cervejas sem álcool mantivessem aromas, corpo e sabor cada vez mais próximos das versões alcóolicas tradicionais, tornando essa categoria uma das que mais evoluíram no mercado cervejeiro.
Entre os lançamentos mais recentes, encontramos a Black Princess Zero, uma cerveja puro malte, 0% álcool e sem glúten, desenvolvida para proporcionar uma experiência sensorial semelhante à da versão original da família Lager.
Independentemente do estilo, conhecer as características de cada cerveja ajuda o consumidor a descobrir novas combinações de sabores e aproveitar diferentes ocasiões de consumo. No Dia Internacional da Cerveja, a principal dica dos especialistas é experimentar novos estilos e descobrir aquele que melhor combina com o seu paladar.
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br
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