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Mãe e filho suspeitos de serem mandantes dos homicídios no Shopping Popular são presos em Campo Grande

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Equipes da Delegacia de Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá e da Polícia Civil de Campo Grande (MS) prenderam nesta terça-feira (02.04) os suspeitos de serem os mandantes dos homicídios de Gersino Rosa dos Santos e Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, no dia 23 de novembro do ano passado, no Shopping Popular, na capital.

Os suspeitos, sendo mãe e filho, foram presos em uma casa em Campo Grande. Além do cumprimento dos mandados de prisão, houve apreensão de armas de fogo, encontradas na residência e que podem ter ligação com o crime.

Silvio Junior Peixoto, 26 anos, identificado como executor do duplo homicídio, já foi preso no dia 25 de março, em Uberlândia, Minas Gerais, escondido na casa da tia de uma ex-namorada. Ele confessou o crime e disse ter aceitado a proposta sob o combinado de que receberia R$ 10 mil para cometer o crime. 

O secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, César Roveri, destacou o empenho da Polícia Civil no trabalho de investigação para identificar e prender os criminosos e esclarecer o duplo homicídio.
 

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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