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Manifestantes pedem responsabilização ‘sem anistia’ de golpistas que invadiram prédios públicos em Brasília

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No fim da tarde desta segunda-feira (9), um grupo de pessoas se reuniu na praça Ulisses Guimarães, em Cuiabá, para cobrar a punição ‘sem anistia’ para os terroristas que invadiram e depredaram prédios públicos em Brasília, neste domingo (8). Além da responsabilização, os presentes também exigiram respeito ao estado democrático de direito. O ato contou com a participação de pedestres que caminhavam pelo local e pararam para ouvir os discursos, além de representantes de movimentos sociais e militantes de partidos políticos. 

Para a servidora pública Tânia Luz, de 54 anos, a participação na manifestação é uma das formas de legitimar a vitória do presidente Lula (PT). Ainda segundo Tânia, as cenas vistas em Brasília foram protagonizadas por ‘fascistas’ que não aceitam o resultado das eleições. 

“A gente precisa ir para a rua apoiar nosso presidente, porque ele foi eleito pelo voto democrático e legítimo e já foi provado que não houve fraude. Então as pessoas que estão depredando Brasília, elas não são manifestantes, elas estão destruindo nosso patrimônio […]. Essas pessoas são fascistas e é nas ruas que a gente vai mostrar a força que tem um voto democrático”, declarou. 

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Ao lado da mãe, Jade Luz, estudante de psicologia, de 21 anos, afirmou que os atos de invasão em Brasília são consequência de outros ataques que já vinham acontecendo. Para a estudante, a manifestação pacífica é uma forma de repudiar as ações que ocorreram neste domingo (8) na capital Federal. 

“Acredito que manifestação é muito importante para lutar por qualquer direito que seja. A gente vem enfrentando muitos ataques nos últimos anos e o que aconteceu agora em Brasília é extremo. Apesar de estarmos em Mato Grosso, e sinto que aqui a maioria das pessoas são bolsonaristas, acho que a gente tem que enfrentar esse medo, vir para as ruas e mostrar que eles não tem essa legitimidade”, contou. 

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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